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Saída de Emergência - PARTE 6

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/saida-de-emergencia.html
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/saida-de-emergencia-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/saida-de-emergencia-parte-3.html
PARTE 4: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/saida-de-emergencia-parte-4.html
PARTE 5: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/saida-de-emergencia-parte-5.html


-Erik! - Nossa, senti um alivio tão grande por encontrar alguém conhecido. Ainda mais Erik, uma pessoa que me protege a tanto tempo e estava ali na minha frente naquele momento de terror tão grande.
-Clara! O que você faz por aqui? Está tarde! - Ele falou com uma feição preocupada.
    Por um estante pensei em não desabafar e manter tudo em segredo, porem não achei justo com ele e nem comigo e desatei a falar.
-Erik, você não vai acreditar. Eu estava gostando de um cara que eu vinha conhecendo, só que agora eu acabei de descobrir que ele é um louco. Bateu no meu melhor amigo por ciúmes, e agora provavelmente está atrás de mim.
    Não queria olhar para trás ao terminar minhas últimas palavras. Porém não hesitei. A rua estava vazia, apenas alguns carros passavam, as luzes das lojas que já estavam fechadas clareavam a noite junto com a grande lua, que no céu brilhava.
- Clara do que você está falando? Você deve estar muito cansada...Vem, vou levá-la para casa.- Disse ele pegando em meu braço e me fazendo ir com ele.
     Comecei a sentir uma dor de cabeça que me incomodava. Tentei visualizar Erik e olhar nos fundos de seus olhos, porém os olhos dele admiravam o horizonte e suas mãos continuavam cravadas em mim. Vi o carro de Erik na minha frente, minha vista não parava de escurecer. Senti que ia desmaiar e cai nos braços de Erik.
     Uma luz artificial cegava meus olhos e ao desviar vi Erik sentado na cadeira do quarto azul. Estava no hospital? Confesso que a gentileza e a preocupação de Erik me deixaram enfeitiçada. Seus olhos azuis e seus cabelos levemente encaracolados faziam qualquer garota suspirar.
      Ele levantou e com seu rosto angelical disse:
-Você esta péssima.- E eu queria urgentemente um espelho, e fiquei procurando no quarto algo que me refletisse. Mas nada achei.
-Obrigada por tudo - Disse agradecida.
-Vou ter que fazer umas coisas agora, mais daqui a pouco eu volto para ver como esta minha paciente. Tente não sair do quarto.- Ele disse saindo pela porta á fora.
       Ao ficar sozinha meus pensamentos começaram a borbulhar e as ideias de quem era o verdadeiro Rodrigo explodiam em minha mente. Como ele foi capaz de bater no meu melhor amigo? Lembrei que caio ainda estava no hospital. Decidi desobedecer Erik e ir visitá-lo.
- Clara, eu preciso falar com você... - Caio estava com uma voz rouca e tropeçando nas palavras.
- Calma, você não pode falar muito.
- Clara, quando eu fui na casa do Rodrigo vigiá-lo... Eu só fui porque estava preocupado com você.
      Tentei abrir a minha boca para falar que já sabia de tudo mas de nada valeu.
- Mas não encontrei nada. Saí de lá disposto a falar com você que aceitava o seu namoro com Rodrigo. Só que quando eu cheguei na sua casa eu vi sua mãe beijando o seu médico... o Erik. - Ele disse
      Eu pensei: Não podia ser! Caio só poderia estar enganado. Como minha mãe estaria com Erik?
- Não se espante. Isso não é o pior Clara... O pior é que eles estão armando pra você... Os remédios que Erik te receita são para o seu mal. Tudo para matar você. A sua mãe quer a sua herança Clara.
- O que?! Caio, você está maluco! É da minha mãe que você está falando.
- Clara, para o seu bem. Você precisa acreditar em mim.
     Após ouvir a toda aquela nojeira sai do quarto enfurecida, irritada o bastante para terminar minha amizade com Caio. Como ele poderia falar uma coisa daquela da minha mãe?! Sem saber por onde andava entrei em uma sala repleta de cortinas transparente. A sala era bem grande e um tanto escura. Preferi andar mais um pouco para ver se achava uma saída.
     No entanto eis que vejo a pior coisa que eu poderia ver: Minha mãe e Erik aos beijos em cima de uma maca. Fazendo declarações de amor um ao a outro. Aquela cena em minha frente me deu vontade de vomitar.
     Então tudo que Caio falou era verdade... minha própria mãe queria o meu mal, minha morte, por causa de uma herança, como ela poderia!? Eu queria xingar eles, ferir eles de alguma forma, mas era melhor não. Se eles tentavam me matar imagina o que fariam comigo naquela sala.
     Decidi sair sem que ninguém me visse e fui andando de costas. Ao sair senti uma coisa fria esbarrar em minhas mãos e quando dei por mim uma mesinha de matal caia no chão, revelando minha presença. Os olhos de minha mãe e de Erik focaram em mim e o medo tomou conta de mim e corri como se minha vida dependesse disso e de alguma forma eu sabia que ela dependia.
     Ao virar o corredor encontro-me com Rodrigo e sinto como se... não sei explicar como me senti naquele momento só sabia que se tivesse que morrer ali, morreria feliz ao lado de Rodrigo.
- Vamos, vamos, corra! - disse a ele antes dele começar a falar.
    Vimos uma placa de saída de emergência, subimos uma escada e em um minuto estávamos no último andar do hospital. Ao ver o céu estrelado e sem ter para onde fugir, abracei Rodrigo e o beijei, o primeiro e provavelmente o último beijo, meu desejo era que tudo parasse e que por apenas alguns segundos pudéssemos aproveitar aquele momento. Mas não. O tempo não parou.

AUTOR: Gabriel Silva

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O assassinato - PARTE 7

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato.html
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato-parte-3.html
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato-parte-4.html
PARTE 5: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato-parte-5.html
PARTE 6: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato-parte-6.html

        Respirei fundo e voltei pedindo desculpas para Gustavo que me olhava preocupado e insistindo que deveria me deixar em casa, mas não permiti. Virei as costas e me retirei daquele lugar. Precisava relaxar um pouco, porém decidi ir para casa descansar.
        Ao entrar no prédio, fui deparada com a imagem de alguns policiais que esperavam pela minha chegada. Ao me avistarem, declararam minha prisão por envenenamento. Era impossível! Eu nunca mataria o amor da minha vida. Comecei a gritar:
- Não é verdade! Eu nunca faria isto, não com ele! – Chorei desesperadamente.
- Quieta senhorita. Tudo que dizeres será usado contra você.
        Fomos para a delegacia e eu não acreditava no que estava acontecendo. Meus pensamentos fluíam e eu chorava mais ainda, mas fui obrigada a me acalmar. Chamei meu advogado e depois de alguns procedimentos a ida para o tribunal já estava agendado.
        O dia da decisão chegou e eu estava acabada tanto fisicamente quanto mentalmente, porém eu tinha esperanças... engano meu, fui condenada e eu queria me matar. Voltei para cela sem ter mais o que fazer da vida.
        Marcus veio me visitar. Mal cheguei na sala e ele falou:
- Não foi desta vez.
        Sem entender absolutamente nada, perguntei:
- O que você quer dizer com isto?
- Nada cunhadinha... Só que a sorte não está contigo, não é mesmo? – Ele deu um sorriso malicioso e se levantou para sair. Chamei-o antes:
- Espere! – Ele se virou com um ar irritado: - O que tinha naquela fotografia?
Ele se aproximou falando baixinho:
- O veneno que você usou para matar o meu irmão.
- Juro que não o matei, é mentira! – Minha voz saiu sufocada.
- Na verdade, é o que acham, porém nosso trabalho foi perfeito. – Seus olhos brilhavam de vitória.
- Nosso? Você e mais quem? – Me exaltei: - Conte-me tudo. – Me levantei e comecei a bater nele exigindo respostas.
        Ele ria da minha reação, mas quando a guarda entrou ele começou a chorar e dizer:
- Primeiro o meu irmão morre e agora minha adorável cunhada enlouquece. Leve-a daqui, por favor.
        Fui arrastada enquanto gritava:
- Não ficará assim Marcos... Todos saberão a verdade!

AUTORA: Juliana Loureiro
Twitter: @thatsosimple

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Memories - PARTE 6

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/memories.html
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/memories-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/memories-parte-3.html
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/memories-parte-4.html
PARTE 5: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/memories-parte-5.html

      Harry já estava cansado de nada fazer, de suas dúvidas ficarem apenas em sua mente, e isso já estava o sufocando. Decidido a esclarecer os fatos encontrados no diário de sua amada, ele resolveu ir atrás de Sophia.
Harry foi descer a escada e deixou o diário cair no chão, a página que se abriu foi justo a do dia em que eles
comemorariam 2 anos de namoro, que seria amanhã, e sua amada já havia escrito "sei que de qualquer forma e em qualquer lugar hoje o dia será perfeito".
       Aquela pequena e forte frase fez Harry se entristecer mais ainda, e seu ódio aumentava a cada segundo que se passava. Ele então resolveu pedir a alguns amigos da faculdade o endereço de Sophia, ele estava realmente decidido a esclarecer tudo, porém ninguém tinha endereço de Sophia, e isso já estava soando para Harry que se ela queria se esconder é porque de algo ela fugia.
       Sua mente já estava confusa e sua raiva tomava conta do seu corpo, o silêncio já havia se tornado seu amigo. Harry não vivia mais para si, ele vivia se baseando na sua vingança e sentia como se devesse isso a Emma,como se fosse sua obrigação. Mas, no fundo ele também sabia que ela sempre foi uma pessoa doce, amiga, e que ela só iria querer que ele ficasse bem, que deixasse isso para os policiais cuidarem, pois ela só iria querer o seu bem. Seu silêncio foi interrompido por sua mãe, que há dias já estava preocupada com seu comportamento frio e agressivo com o mundo. 
       Decidida a ajudar seu filho, dona Victorya tinha medo que seu filho entrasse em depressão, assim o chamou para viajar para a casa de praia que eles tinham em Lamber, desse modo Harry poderia descansar e se afastar da cidade que o fazia lembrar a todo momento de Emma. Para a surpresa de Victorya, ele aceitou, sem contestar nada, e ainda disse que queria ir logo pela manhã do dia seguinte. Harry, na verdade só queria ir para lá pra poder encaixar todos os pedaços da história, pois ele queria que quando voltasse para sua cidade, tivesse tudo para incriminar de vez o assassino do seu amor.
         Harry e seus pais partiram logo pela manhã, e na estrada ele já pensava no dia que hoje representava, ele faria 2 anos com Emma, que para ele eram os dois anos mais felizes da vida dele. Lágrimas começaram a deslizar sobre seu rosto ao lembrar dos lugares e do que eles faziam juntos quando comemoravam mais um mês de namoro, para ele seriam comemorados anos e mais anos e era isso que mais o machucava, ele não queria de modo nenhum aceitar que sua vida agora seria sem aquela pequena menina loira, com sorriso que a quilômetros qualquer um conseguia enxergar, simpática e amorosa, que ele tanto amava.
         Ao chegar em sua casa de praia, ele relembrou a primeira vez que levou Emma lá, que eles até discutiram por bobeira e ele pensou que não deveria ter perdido minutos com ela brigando e sim fazendo ela sorrir, mas suas brigas eram muito raras, e ele sabia, tinha a certeza, que o tempo em que ele esteve com ela, ele a fez muito feliz.
        Sua mãe o vendo parado em frente a casa, respirou fundo e com um sorriso mostrou ao filho como a árvore que ele e Emma haviam plantado no jardim já estava grande, foi então que Harry depois de muito tempo sorriu, um sorriso sincero porém pequeno, lembrando da cena dele e sua amada plantando a árvore e dela dizendo que era o primeiro fruto do amor deles. Mal eles sabiam que era o primeiro e o último fruto daquele amor.


AUTOR: Yam Mello

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O assassinato - PARTE 6

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato.html
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato-parte-3.html
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato-parte-4.html
PARTE 5: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato-parte-5.html

       Marcos começou a chorar e percebi que falavam de uma foto, provavelmente a que Felipe deixava na sua estante. Era uma foto antiga da família, aonde se encontravam todos num sitio, lembro com clareza dele me contando essa  história, era como se ele mudasse seu jeito por completo quando lembrava do passado da família . Isso definitivamente era algo que não gostava de recordar, e muito menos compartilhar, e eles poucos minutos depois saíram da casa  .
      Senti minha pulsação aumentar, iam passando mil coisas na minha cabeça, comecei a passar mal novamente e tentei me concentrar na minha respiração. Isso tão pouco funcionou, lembrei de Felipe e chorei como se não fosse passar essa dor  de perde-lo, e a agonia crescia  ainda mais de não saber o que ocorrera com ele .
       Andando pela casa, eu definitivamente não queria mais estar ali , o funeral seria na manhã seguinte e eu não estava preparada para isso, me questionava todo tempo pensando como seria a ultima vez que eu realmente o veria. Lembrar que a ultima conversa que tivemos foi praticamente uma briga aonde desejei sua morte, fazia com que eu me sentisse com uma carga negativa imensamente pesada sobre mim . Fui para casa e antes de dormir liguei para meu chefe, meu médico me passou atestado de 3 dias, logo não tinha com que me preocupar  .
      Acordei muito cedo, me sentia anestesiada, e olhando pela janela do quarto observava o céu e edifícios altos da minha vizinhança. Estava um dia nublado, e parecia que tinham jogado um pote com pó cinza pelo horizonte. Peguei um táxi e fui até o local aonde ocorreria o funeral. Eram poucas pessoas, a família morava longe, logo foram poucos que estiveram presentes. Foram também alguns amigos da universidade, conhecidos do trabalho, mas nada de mais .
      O ambiente era tranqüilo, mas não parecia que a paz estava ali , toda aquela tristeza e lágrimas deixavam um fluido desagradável, e ver Felipe pela ultima vez foi a maior dor que já senti, apesar dos pesares ele sempre foi o homem da minha vida .
       Depois de algumas horas fomos para o enterro, muitos discursos e despedidas... fui uma das ultimas a sair de lá, e quando estava caminhando para os portões do cemitério, senti uma mão no meu ombro, uma mão que por sinal masculina, estranhei e virei assustada, e era Gustavo. Gustavo era um amigo de Felipe, eles se conheciam desde a  infância. Ele me perguntou se eu estava bem  e me chamou para conversar após o dia cansativo que ambos tivemos. Fomos para uma lanchonete perto de casa, aonde pedimos um café e falamos sobre momentos antigos. Durante a conversa sentia uma agonia muito grande , parecia que tinha alguém a mais ali conosco, mas já era tarde e olhando em volta  só vi o Dona Marcela do 304 que vendia doces e uma família. Gustavo cismou que queria me deixar em casa, e durante esse momento que ele tentava me convencer observei uma imagem estranha do lado de fora , parecia com Felipe e isso me deixou extremamente eufórica e tensa... então saí depressa e o deixei falando sozinho .
      Quando cheguei perto daquela imagem, ela simplesmente desapareceu e surgiu então uma lembrança: uma tarde quente aonde estávamos sentados no banco, e Felipe me dizia que eu não deveria confiar em ninguém , que coisas estranhas andavam acontecendo e iam querer se aproximar de mim. Eu sempre pensava que era bobagem dele, mas agora isso me assustava .

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Em busca de um sonho - PARTE 4

PARTE 1: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/em-busca-de-um-sonho.html
PARTE 2: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/em-busca-de-um-sonho-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/em-busca-de-um-sonho-parte-3.html

      Sarah, durante dias e noites passou de mãos dadas com a solidão. E como se já não bastasse isso, ela ainda teria de passar por mais uma decepção, que seria a morte de um amigo muito especial chamado Kevin. O mundo dela acabaria de existir ali.
      Ela não admitia mais ter que viver naquelas circunstâncias de dias e noites monótonas, sem surpresas, sem desejos, alegrias, sem vida, porém não via saída para seu tormento. Tentou continuar com sua carreira mas já não se satisfazia com aquilo. Nada mais lhe agradava, a não ser algo temporário que iria descobrir brevemente.
     Sem pé e nem cabeça no mundo, na vida e em si mesma, Sarah passou a fazer amizades com pessoas que ignoram a vida regrada e seguiam seus instintos. Procurou então algo que lhe fizesse esquecer de tudo o que há no mundo e começasse a viver seu próprio mundo de desejos e prazeres, portanto começou a usar drogas já que aquilo matava a sede de sua adrenalina, a sede de viver por prazeres. 


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E o respeito? - PARTE 6

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/e-o-respeito.html
PARTE 2: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/e-o-respeito-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/e-o-respeito-parte-3.html
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/e-o-respeito-parte-4.html
PARTE 5: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/e-o-respeito-parte-5.html

     Percebendo que não conseguiria sair daquela situação, comecei a retirar meu celular do bolso para entregar aos ladrões. Foi quando de repente ouço em grito:
- EI, VOCÊS DOIS! O QUE ESTÃO FAZENDO?
     Era ele, e por um momento achei que estava salvo, por um momento achei que não aconteceria nada... mas eu estava errado, o bandido, com medo e pelo susto que tomou com o grito, virou rápido, atirou nele e fugiu. Fui até ele e vi que o tiro tinha pego em sua barriga e sangrava muito, tentei parar o sangramento com a mão, quando o ouvi dizer quase sussurrando:
- Não me deixe aqui.
- Claro que não. - Respondi rapidamente e com as mãos cheias de sangue peguei meu celular e liguei para a emergência.
      Fiquei ali, com as mãos no ferimento, esperando a ambulância, por cerca de meia hora. Eu sabia que ele não morreriam, mas estava muito preocupado pois ele me disse que não sentia as pernas.
      Já cansado de esperar, ouço de longe as sirenes. Chegando ao local os médicos nos levaram, eu disse que era seu irmão para poder ir junto com ele dentro da ambulância, já havia prometido que não o deixaria.

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A pessoa certa na hora errada - PARTE 2

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-pessoa-certa-na-hora-errada_20.html

     Alexia presenciou a cena do beijo de seu namorado com sua melhor amiga, e inúmeros pensamentos se passaram pela sua cabeça. Ela não podia acreditar que isto estava acontecendo, pois ela o amava demais, porém não poderia deixar isso passar em branco, ele teria que sofrer uma conseqüência, e ela era a única que sabia do lado ‘negro’ de Danilo.
     No dia seguinte, ela foi tirar satisfações com Danilo e o chantageou , ameaçando contar para sua família e a polícia que ele teria matado seu irmão mais novo em um surto esquizofrênico, apenas Alexia sabia desse detalhe que podia ser crucial na vida dele, mas o mesmo não pensou duas vezes em dar fim em sua namorada que no momento se encontrava completamente alcoolizada.
     Não demorou muito Mariana se aproximou do casal, que se encontravam no prédio que tinham acabado de comprar, com intenção de se desculpar pelo acontecido na noite passada, mas o encontro não foi bem sucedido. Alexia se descontrolou e partiu para cima de sua melhor amiga, no caso, ex melhor amiga, que no gesto de se proteger acabou empurrando-a pela janela do apartamento.


AUTORA: Anna Clara

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Sonhos de Isabela - PARTE 7

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-julietta.html  
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-isabela-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-isabela-parte-3.html
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-isabela-parte-4.html
PARTE 5: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-isabela-parte-5.html
PARTE 6: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-isabela-parte-6.html

      Isabela fica sem entender nada e muito apreensiva, pois começa a lembrar de sua família e pensa que podem fazer algum mal a sua família. Isa fica intrigada e muito pensativa, mas o sono era mais forte e ela então adormece. Não muito tempo depois o telefone volta a tocar, só que dessa vez Isabela esquece de colocar para vibrar e todas as meninas acordam, com isso Isabela fica sem reação, mas não pensa duas vezes e atende o telefone e ouve uma voz grossa:
- Faça seu trabalho de acordo com que lhe mandam, pois se não, pessoas sofrerão.
       Isabela fica completamente desesperada, pois lhe passa milhões de coisas em sua cabeça. As meninas veem que Isabela fica completamente pálida e lhe perguntam o que havia acontecido, mas Isabela não consegue falar de tanto soluçar de chorar, as meninas então decidem acalma-la. Isabela se acalma, mas nessa hora chegam os capangas exigindo que ela se arrume e lhe acompanhe que ela iria trabalhar.
        Ao fim de seu expediente, Isabela começa a lembrar de sua família e seus amigos e arrepende-se de ter aceitado esse convite ingrato. Lembra-se de Rachel e se pergunta se ela estaria sentindo sua falta. À noite Isabela não é cogitada para ir trabalhar, pois já havia feito seu ponto durante o dia. Por volta de meia-noite, Isabela volta a receber um tefonema e escuta:
- Está fazendo seu trabalho? - Era a voz de Rachel.

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A convivência - PARTE 7

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia.html
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia-parte-3.html
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia-parte-4.html
PARTE 5: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia-parte-5.html
PARTE 6: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia-parte-6.html

        Manu acordou em uma espécie de porão, que estava escuro com apenas uma pequena luz ao fundo e fétido. Ao fundo escutou uma voz que dizia:
- Até que enfim que a mocinha acordou!
        Manu achou a voz um tanto quanto familiar, porém devido ao desmaio estava ainda sem forças. Foi então que se virou para o lado e em meio à escuridão encontrou um copo com água e um pão. A jovem ficou um pouco receosa de se alimentar, mas como estava faminta não exitou. Logo depois de se alimentar, recobrou a consciência por completo e seu sequestrador se apresentou.
        Para sua surpresa, o sequestrador era o jovem que havia se aproximado dela logo após Luan ter se acidentado: Abigobaldo. Manu logo questionou Abigobaldo sobre o motivo pelo qual ele havia a sequestrado. Ele afirmou com clareza que se ela não fosse dele não seria de mais ninguém. Manu reagiu e disse em um tão seco:
- Eu nunca serei sua e também nunca lhe dei esperanças.
 O sequestrador indagou Manu da seguinte forma:
 - Você se lembra do dia em que Luan foi atropelado?
Ela respondeu:
- Sim, como poderia me esquecer daquele dia.
- Pois então você ficou sabendo que quem atropelou seu amiguinho não prestou socorro, não é mesmo? -Abigobaldo disse.
-Claro que soube quem o matou foi um covarde e deveria estar atrás das grades.- Manu respondeu.
         Foi então que Manu escutou uma coisa que preferia jamais ter ouvido da boca de Abigobaldo:
- Este covarde sou eu. Matei Luan e não me arrependo de nada. Ele sempre foi à criança perfeitinha da família e eu sempre era desprezado pelos meus pais. Quando completei dez anos tive uma forte briga com meu irmãozinho querido e acabei fazendo com que ele sofresse uma grave lesão na coluna. Foi então, que meus pais me mandaram para aquele fim de mundo, para morar com os meus avós que viviam me explorando. A partir desta epóca, decidi que tiraria tudo que Luan mais gostava: A vida e posteriormente você.
         Manu ficou perplexa, não conseguia parar de imaginar em como pode ter sido tão tola na hora de acreditar nas mentiras de Abigobaldo. Manu respondeu a Abigobaldo da seguinte forma:
- Agora que Luan morreu porque ainda me persegue?
Abigobaldo então respondeu:
-Porque enquanto estava colocando meu plano de vingança em prática, me apaixonei perdidamente por você. Como já sei que você não ficará jamais comigo, lhe afirmo apenas que chegou a sua hora.
Logo em seguida, foram escutados ruídos e gritos vindos de dentro do porão.

AUTORA: Mary Zanin

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Pertencer

      Ninguém nunca me entendeu muito bem. Talvez não tenham tido tempo para tal. Eu sempre fui aquele tipo de pessoa estereotipada, aquela que quase todos, não importa para onde eu vá, chamam de rica e estranha. Meu nome é Carly, tenho 16 anos e atualmente moro em Charlotte (a cidade mais populosa da Carolina do Norte, nos Estados Unidos). Eu falei "atualmente moro" porque eu sempre me mudo, nunca pertenço. E quando eu digo sempre, é sempre mesmo, mas não desde sempre. Isso começou quando eu tinha apenas 7 anos, e a minha adorada mãe morreu em um assalto a um super mercado enquanto fazia compras em Back Bay, o bairro onde morávamos em Boston, que na minha opinião, é o bairro mais bonito e nobre daquela cidade.
     Depois disso tudo mudou. Meu pai, que desde aquela época era vice-presidente de uma rede de fast food super importante no país, resolveu se mudar, para que eu não crescesse em um lugar que carregaria a sombra da minha mãe para sempre. Desde então ele virou o tipo de um "super supervisor", que passa um determinado tempo em estado para verificar se está tudo funcionando bem e o que pode ser feito para melhorar.
     Naquela época foi muito difícil para mim, eu tinha acabado de perder minha mãe, e em menos de um mês perdi todos os meus colegas de escola, e minha melhor amiga Alice também. Para uma criança isso foi muito difícil de entender e aceitar, mas como não tinha vontade própria, ia seguindo meu pai para onde quer que ele fosse. Nesses 9 anos que se passaram, vivemos em lugares muito diferentes. A primeira parada foi a Califórnia, o litoral do pacífico, contrário ao de Massachusetts onde morávamos. Na Califórnia moramos em San Diego, um lugar que deixou saudade e que me recebeu de braços abertos, lá fiz alguns colegas, mas nada muito duradouro, afinal vivemos lá apenas um ano e meio.
       Depois da Califórnia moramos em Austin, (no Texas, o estado da estrela solitária) e lá vivemos por pouco mais de dois anos. Foi em Austin que eu aprendi que as pessoas poderiam ser ruins. Quando cheguei lá, com praticamente 9 anos de idade, sem mãe e com um pai que quase nunca aparecia, as outras crianças começaram a me tratar de maneira diferente. Elas até se aproximavam de mim, e eu cheguei a participar de algumas brincadeiras, mas não era igual. Eu era um tipo de E.T., alguém que elas queriam conhecer, mas tinham medo de chegar perto demais. Eu sempre tive tudo o que quis (em aspectos materiais, é claro), mas nem por isso me considero uma pessoa feliz. A única coisa realmente boa que eu lembro daquele lugar é o Mike, um menino engraçado e gordinho da minha turma na escola, que mesmo sem a autorização dos pais, às vezes passava na minha casa para me visitar e me levava a lição quando eu ficava doente.
       Mas essa linda amizade acabou no exato momento em que meu pai (em apenas uma semana) resolveu se mudar de novo, e dessa vez fomos para Lima, Ohio. Naquela pacata cidade fiz dois amigos, Samantha e Eric, que assim como eu também eram um pouco excluídos da turma. Samantha era uma menina ruiva e muito baixinha, alguns achavam que ela era uma bruxa, outros um tipo de gnomo, por isso poucos eram os que falavam com ela. Já Eric era excluído por ser muito pobre e andar com roupas extremamente gastas, o que fazia com que os outros não quisessem aparecer ao lado dele. Esses dois amigos, que eu fiz no período de quase dois anos que passei em Lima, são os únicos que eu tenho contato até hoje. A amizade não é mais a mesma, é lógico, mas eu sei que com eles eu posso contar.
       De Ohio fomos para Las Vegas, em Nevada, e eu odiei aquele lugar. Odiei tanto que fiz meu pai sair dali em menos de um ano. Definitivamente não estava dando para mim, aquelas pessoas não escutavam, os adolescentes de 14 anos de idade com hormônios pulando de um lado para o outro eram cruéis. Eles julgavam, reclamavam, não entendiam como eu poderia ser desse jeito mesmo tendo tanto dinheiro. As meninas populares olhavam para mim como se eu não tivesse salvação... como é que eu poderia estar reclamando de ter uma casa enorme só para mim e a governanta? Como eu poderia ficar chateada com o meu pai quase não estar em casa? Esse é o sonho de todo adolescente, não é? E tudo piorou depois da festa que elas fizeram na minha casa sem o meu consentimento... meu pai voltou de Elko na mesma hora, e me flagrou com todos os supostos amigos fazendo o que quisessem dentro da nossa casa. Aquele foi o fim.
     De Las Vegas fomos para mais duas cidades, mas ficamos tão pouco tempo por lá, que nem vale a pena mencionar quais. E agora estou eu em Charlotte há apenas 9 dias, tentando me acostumar com mais uma nova casa, e com um desafio maior ainda: sair desse meu estereótipo amanhã, tentar fazer novos amigos e pertencer, eu quero é me encaixar. Porque amanhã? Bem, amanhã é o primeiro dia do ano letivo.

AUTORA: Camille Delduque 
Twitter: @MilleDelduque

PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/10/pertencer-parte-2.html

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Em busca de um sonho - PARTE 3

PARTE 1: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/em-busca-de-um-sonho.html
PARTE 2: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/em-busca-de-um-sonho-parte-2.html

     No dia seguinte, após uma terrível noite de sono, já que estava ansiosa para o seu primeiro ensaio fotográfico, pediu seu café da manhã. Nervosa com o cansativo dia que teria pela frente, começou a pensar em como sua vida estava mudando por causa de um sonho, que talvez, teria sido mal planejado. Logo após terminar seu café, foi chamada as pressas para se arrumar e começar a trabalhar.
    Com o passar dos anos, aquela menininha já havia se transformado em uma grande modelo e mulher com reconhecimento internacional. Porém, por trás de tanto sucesso e glamour, havia uma mulher triste e deslocada.
     Seu pai, Luke, havia sido assassinado, já que apesar de terem uma vida rotineira e tranquila no passado, ele tinha dívidas com bandidos. E como Sarah não tinha uma mãe, Luke incentivou que a filha viajasse para longe, mesmo que sentisse aquele aperto no coração. Diante de tantos acontecimentos, Sarah se viu sozinha diante de um sonho que havia se tornado um pesadelo.

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E o respeito? - PARTE 5


       O dia cai, e ele chega para me buscar. Reparei que ele não tinha carro, mas nem liguei e fomos a pé mesmo. No caminho ele falou que não tinha escolhido o lugar que iríamos, então ficamos dando voltas e voltas, até que encontramos um restaurante Francês, que aparentemente era bem caro.
Ao acabar de jantar, peguei minha carteira. E ele disse:
- Não, o que é isso?! Ao meu futuro sócio, a conta é minha.
- Espera ai, eu ainda não aceitei a proposta.- Respondi.
      Saindo do restaurante, andamos em direção a praça próxima a minha casa. Chegando lá, ele me perguntou:
- E ai Dave, você pensou na proposta?
-Me de mais um tempo para pensar, ai eu te falo.
-Tudo bem, eu te dou uma semana. - Ele respondeu e nos despedimos.
      Voltando pra casa, me dei conta que estava perdendo um grande negócio, já que não possuía um emprego e tinha que pagar o aluguel e quitar minhas dividas. Por isso, voltei correndo. Quando fui atravessar a rua fui abordado por dois homens armados montados numa moto preta, gritando:
- Perdeu playboy, perdeu.
Nesse momento me assustei e reagi, dando um pulo e um desesperado grito forte.

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A viagem - PARTE 5

PARTE 1: www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-viagem.html
PARTE 2: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-viagem-parte-2.html
PARTE 3: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-viagem-parte-3.html
PARTE 4: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-viagem-parte-4.html


      Utilizando os utensílios de primeiros socorros que haviam levado, Laércio iniciou o procedimento. Ao cair da noite tudo já tinha sido feito e Bruna não reagia bem, ardia em febre e dizia coisas sem sentido. Laércio conversou com o resto do grupo e informou que talvez Bruna não sobrevivesse, os recursos para que os pontos cicatrizassem eram escassos e caso a infecção se alastrasse pelo corpo, ela não teria chances. A preocupação e o desânimo tomou conta de todos e a noite parecia longa demais. Foi então que Bruna já sem forças e com muita dor, deu um pequeno gemido e fechou os olhos, dessa vez para sempre. O desespero foi geral e eles, mesmo que de forma humilde, armaram um pequeno funeral para a amiga com muitas flores coloridas.
      Os primeiros raios de sol começaram a surgir no horizonte e eles não tinham outra escolha, se não continuar a caminhar pela ilha em busca de ajuda. Estavam cansados, com fome e abalados, mas a vontade de sair de lá era muito maior do que qualquer outra coisa. Avistaram então uma linda cachoeira, rodeada de pequenas árvores que faziam uma sombra fresca e quase que como um convite para descansarem ali, eles se instalaram e descansaram tentando esquecer o que havia acontecido na noite anterior. 
      Foi então que Jardel acordou com o som do canto de um pequeno pássaro que havia feito o seu ninho justamente na árvore aonde ele adormecia. E ali, observando o pássaro, ele lembrou de toda a sua vida antes da viagem, dos sonhos que ele alimentava dia após dia e que ele ainda tinha fé que iria realizar. Chorou, chorou todo o medo e a dor que guardava dentro de si, sabia que teria que ser forte, sabia que talvez eles jamais sairiam dali, mas sabia também que enquanto pudesse, lutaria com todas as suas forças para continuar vivo e sair daquela ilha. A fome começou a incomodar a todos, e Wellyson e Laércio saíram para procurar alimento, enquanto Jana e Jardel armavam um refúgio para quando a noite chegasse o frio não os incomodassem.


AUTORA: Rafaela Lopes

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Memories - PARTE 5

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/memories.html
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/memories-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/memories-parte-3.html
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/memories-parte-4.html


     Harry não conseguia pensar em nada, a única coisa que conseguia fazer era tentar consolar Armando, que estava a sua frente e não parava de chorar sequer um minuto. Ele o entendia, pois o mesmo havia acontecido em sua vida. Depois de algum tempo, as lágrimas cessaram e Armando fez um pedido: que ficassem unidos para acabar com a pessoa que comentou o crime. Harry, sempre muito desconfiado, decidiu não aceitar, pois Armando continuava sendo seu inimigo e tinha um pé atrás com ele.

    Na manhã seguinte, todos os alunos da faculdade prestariam uma homenagem a Felipa. Mesmo não gostando muito dela, Harry resolveu comparecer, mas antes de sair de casa lembrou-se do SMS que havia recebido e resolveu mandar um de volta.
    Ao chegar à faculdade, Harry encontrou Sophia sentada em um dos bancos e sem pensar duas vezes, saiu correndo para falar com ela. Ao vê-lo, Sophia levantou rápido e desapareceu, mas na sua rapidez, deixou o celular cair. Harry pegou e ao olhar para tela, havia uma nova mensagem. Ficou surpreso, era seu número, ou seja, a autora da mensagem era Sophia! Rodou toda a faculdade atrás dela, mas sem sucesso, decidiu então deixar o celular na recepção.
     Com essa descoberta, Harry achou melhor ir para casa. Caminhando pelas ruas,  analisou tudo o que tinha acontecido, até que conseguiu chegar a dois suspeitos, porque pensou da seguinte forma: 
Suspeito 1 - Armando: sempre muito rude e frio com a namorada, não duvidavam que ele pudesse ter a matado e sua ex-namorada também, que no caso era Emma; 
Suspeito 2 - Sophia: parou de falar com Emma, mandou uma mensagem de repente e poderia ter feito isso por remorso e nunca gostou de Felipa.
    Cheio de coisas na cabeça, decidiu passar na casa de Emma para relembrar de todos os momentos bons. Subiu até seu quarto e se deparou com o diário da amada em cima da cama. Decidiu ler, mas não gostou do que encontrou: descobriu que Sophia era apaixonada por ele e brigou diversas vezes com a amiga por isso. A outra descoberta foi que Armando vivia perturbando Emma pedindo para reatarem o namoro. Harry ficou furioso, estava mais do que claro que aqueles dois estavam ainda mais em sua mira, e não desistiria tão fácil.


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Sonhos de Isabela - PARTE 6

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-julietta.html
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-isabela-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-isabela-parte-3.html
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-isabela-parte-4.html
PARTE 5: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-isabela-parte-5.html


    Mas ao término de seu desabafo, Márcia acaba não dando ouvidos para Isabela. Para Márcia, Isabela não passava de um tipo de mercadoria, ou de produto, que só servia para oferecer aos para homens e mulheres sedentos de tesão.
    Ao anoitecer, Isabela começa a chorar desesperadamente, devido aos acontecimentos que ocorreram em sua vida. Isso fez com que ela lembra-se de tudo que deixou para trás como a Rachel, sua melhor amiga, seus estudos, e principalmente sua família.
      Depois de um tempo, o sono e o cansaço chegam até Isabela, que acaba dormindo. Uma determinada hora da noite seu telefone tocou fazendo com que acordasse rapidamente e atendesse sem que ninguém percebesse. Após atendê-lo, escutou uma respiração alta, como se alguém estivesse cansado e desesperado, acompanhado de um barulhento bater de pernas como estivessem correndo de algo ou de alguém. Então, Isabela não perde tempo e pede baixinho para que ninguém escutasse, quase sussurrando, socorro. Após seu pedido, ouve um grito ensurdecedor, e como se não bastasse mais nada, a ligação é interrompida, pondo um fim na esperança de sair daquele lugar horrível.

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Em busca de um sonho - PARTE 2

PARTE 1: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/em-busca-de-um-sonho.html

      Sarah escolheu viajar para os E.U.A, para surpresa de seu pai; achando que sua pequenina filha não pensaria em ir  tão longe com seu sonho. Mas ele parou para pensar nos seus conselhos para sua menina. Ela estava mesmo determinada em ir busca dos seus sonhos, como objetivo de sua vida. Apesar de ser longe a província que ela escolheu ele deu todo seu apoio.
     Chegando à província a garotinha teve uma grande surpresa, pois nunca tinha saído de sua cidade no Canadá. A viagem foi longa, com várias turbulências dentro do avião, e chegando ao campeonato a menina conheceu varias coisas novas, novas amigas, aprendeu sobre o modo de desfilar e técnicas de passarela. Os monitores mostraram onde ficava o quarto dela, e assim ela foi, para ter uma boa noite de sono.


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Saída de emergência - PARTE 5

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/saida-de-emergencia.html
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/saida-de-emergencia-parte-2.html
PARTE 3:  http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/saida-de-emergencia-parte-3.htm
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/saida-de-emergencia-parte-4.html

    Então, corro até meu quarto e ligo para o Caio, meu grande confidente e amigo de escola:
- Alô? Caio?
Ele percebeu minha voz angustiada e respondeu:
- Oi Clara! O que aconteceu? Sua voz está meio estranha.
Então, respondi:
- Caio! Não estou nada bem, estou muito confusa, tenho uma longa história para te contar. Você pode me ouvir ou está ocupado?
Ele riu e disse:
- Quando eu estou ocupado para você? Conte-me o que está te deixando assim.
     Logo contei a ele sobre o Rodrigo, como o conheci e o que estava me deixando incomodada. Aí então Caio me ouviu e como sempre foi um amor comigo.
    O tempo foi passando, com isso, fui sendo tratada por um médico muito atencioso chamado Éric, que estava me ajudando com essas dores que estavam me deixando preocupada. Além disso, tinha o Rodrigo do meu lado. Ah, o Rodrigo! Suspirei. Ele é tão carinhoso comigo, estou tão apaixonada por ele e muito mais próxima do que podia imaginar. Tenho que confessar que Rodrigo até está aliviando um pouco a dor da perda que tive alguns anos atrás quando meu pai faleceu.
    Esses dias com Rodrigo e todo esse afeto que ele tem por mim me faz muito bem, pois por mais que eu tenha minha mãe, não conseguia ficar tão alegre como era. Afinal, nunca fui tão próxima dela quanto do meu pai, até porque ela ficou um tempo longe graças ao trabalho que teve no exterior. Então, passei bastante parte de minha infância com meu pai. Não sei como ela consegue ser tão forte assim desde que ele se foi. Tanto que quando ele faleceu e tivemos que resolver como ficaria a situação da herança que ele tinha me concedido, e todo aquele processo ela que resolvia mais do que eu e, também só poderei ficar com a herança que meu pai me deu quando completar 21 anos, nem quero imaginar quando chegar essa idade terá mais papeis e mais lembranças do meu pai. Terei que ser muito forte.
     Um dia vai e outro vem até que então Caio me encontra e diz meio rude que iria investigar Rodrigo. Claro, ele deve estar com muitos ciúmes, até porque agora estou andando mais com Rodrigo do que com ele. Mas, estou preocupada com isso. Como Caio irá fazer isso? Será que irá machucar Rodrigo ou até mesmo estragar tudo? Muitas dúvidas surgiram naquele momento e como já estava muito tarde, fui deitar.
    No meio da madrugada acordo assustada com uma ligação, então abro meus olhos e vou procurar meu celular, o encontrando pego-o e atendo:
- Alô?
Então alguém responde:
- Aqui é do hospital. Vi seu número no celular do paciente Caio e te liguei para avisar que ele sofreu algum acidente e está aqui conosco.
Vários pensamentos me vieram no momento e falei:
- Estou indo agora mesmo para o hospital, obrigada pela ligação. Então desliguei o celular, fui me trocar e ir correndo para o hospital encontrar Caio.
    No caminho para o hospital fiquei pensando. Será que ele está bem? O que deve ter acontecido? Rodrigo é mesmo um psicopata e me enganou esse tempo todo? Olhei então mais uma vez para meu celular antes de colocar na bolsa e vi uma mensagem não lida. Quando abri a página vi uma mensagem de Caio enviada algumas horas atrás dizendo que descobriu algo que queria falar comigo. Comecei a me desesperar e até que enfim cheguei ao hospital. Perguntei sobre um paciente chamado Caio e logo me levaram até o quarto onde estava. Quando abriram a porta fiquei meio assustada de o ver naquela situação todo machucado e nem podia falar por causa das dores que sentia.
   Estando com medo de Rodrigo, ele aparece junto com o Éric. Voltando para casa com Rodrigo, pergunto o que ele fez na noite passada e ele faz uma cara meio estranha. Saí intrigada com isso e fui até a casa dele. Chegando lá no jardim, vi algo do Caio no chão e então quando percebi que Rodrigo tinha me visto corro. Percebendo que estava longe da casa dele fico mais aliviada até que então sinto um ar quente perto de mim.
Quando vejo, era ele...

AUTORA: Maria Helena 

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O assassinato - PARTE 5

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato.html
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato-parte-3.html
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato-parte-4.html

   Imediatamente, parei a minha arrumação, e procurei me esconder ao máximo de trás das cortinas. Ouvia vozes. Com certeza havia mais de uma pessoa. Era Marcos e sua mãe, Dona Júlia. Inicialmente não desconfiei de nada, já que como mãe de Felipe, provavelmente ela tinha ficado com as chaves após a sua morte.
    Depois de algum tempo prestando atenção, comecei a reparar que eles estavam ficando cada vez mais nervosos, ambos com a respiração muito ofegante e Marcos a todo tempo pedia para sua mãe, que a mesma mantivesse a calma. Percebi que procuravam por algo. Quando comecei a pensar no que tanto desejavam, Marcos soltou um eufórico grito:
-Encontrei!
    Continuei em meu esconderijo, e então comecei a me questionar. O que Marcos encontrou?


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A convivência - PARTE 6

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia.html
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia-parte-3.html
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia-parte-4.html
PARTE 5: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia-parte-5.html

    Ézio era de certa forma o oposto dela: era popular na escola, tinha amigos, era considerado pelas meninas o mais lindo da sala e por algum motivo possuía uma simpatia por Manuela, o que poucos tinham. Com o passar do tempo, o relacionamento dos dois foi se intensificando, ela passou a ter amigos e Ézio e Manu começaram a namorar. Sempre que podiam eles se encontravam na cobertura do prédio de Ézio.
     Depois de alguns meses de namoro, sem querer, Manu engravidou. Quando Manu foi contar a notícia para Ézio, eles acabaram discutindo, e isso chamou a atenção das pessoas ao redor, e assim a notícia se espalhou, chegando rapidamente aos ouvidos de Abigobaldo. No dia seguinte, Manu estava indo para a escola, quando alguém a agarrou por trás. Ela se assustou e estava preste a gritar, quando um pedaço de pano com um líquido suspeito foi imprensado contra a sua boca, fazendo-a fechar seus olhos lentamente.

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A viagem - PARTE 4

PARTE 1: www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-viagem.html
PARTE 2: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-viagem-parte-2.html
PARTE 3: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-viagem-parte-3.html

     Ao amanhecer na Ilha, se aproximava  uma grande tempestade, e Bruna estava à procura de um lugar para se refugiar. Logo, avistou uma caverna e resolveu adentrá-la, sem saber que não era de forte estrutura. Chovia muito e Bruna ficava cada vez mais desesperada, sem imaginar que se aproximava a hora em que a caverna iria desmoronar.
      Não demorou muito para a tragédia acontecer, e infelizmente a caverna desmoronou, prendendo a perna dela entre os escombros. Bruna não sabia o que fazer, então decidiu gritar por socorro. Felizmente, Jardel estava por perto à procura de alimentos e escutou os gritos dela. Ao ver a situação em que ela se encontrava, resolveu chamar os outros sobreviventes para poder ajudá-la.
      Laércio que tinha conhecimento sobre medicina, por seu pai ser médico, viu que a perna de Bruna estava fortemente infeccionada, prestou assim socorros a ela. Mas nada que Laércio fazia solucionava o problema dela e a cada dia que passava a perna piorava mais. Laércio então conversou com os outros sobreviventes, e eles chegaram a conclusão de que infelizmente teriam que amputar a perna de Bruna.


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Voando até a lua

     Certa vez, sem perceber cai em um buraco. O buraco era profundo e escuro, e parecia que ia me levar ao submundo, mas será que me levaria? Talvez. Abri meus olhos sai dos pensamentos e de toda a beleza da terra dos sonhos, voltei a horrível realidade. Às vezes me pergunto: poderia eu ser louca? Ou algo mais que isso? Poderia eu em toda minha vida alcançar os meus sonhos voando até a lua?
    Sonhar: palavra que me traz lembranças, palavra que me traz esperanças. Se sonho, é porque vivo, não só com mente mas com o meu espírito. Amigos são legais, pra quem tem paciência em entendê-los e ouvi-los. Mas, preciso admitir que sem eles não seria nada. Certo dia eu caminhava pela minha terra dos sonhos e foi aí que eu vi...

AUTORA: Larissa Garcia 

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A viagem - PARTE 3

PARTE 1: www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-viagem.html
PARTE 2: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-viagem-parte-2.html

      Dentre os sobreviventes estavam Jana , Jardel, Wellyson, Laércio e Bruna. Estes sobreviventes avistaram uma ilha por perto e logo nadaram para lá. Ao chegarem na ilha que haviam avistado, eles logo pensaram que aquilo seria a salvação, mas tal pensamento era contraditório com a realidade. Os dias se passaram e o resgate não chegava, assim eles foram aprendendo a viver de uma forma diferenciada do que estavam acostumados.
     A ilha não era muito grande, e Jardel resolveu conversar com o grupo e entrar num acordo para dividir especificadamente as tarefas de que cada um seria responsável a cumpri-las. Wellyson caçava, Laércio pegava grandes folhas para a construção de cabanas, Bruna pegava lenha para fazer fogueiras, Jardel pescava e Jana fazia a comida. Sendo assim, com as tarefas definidas, cada um foi fazendo sua parte para benefício do grupo, onde um daria assistência ao outro.
     Uma grande vantagem era confraternização entre eles, pois o ser humano precisa do próximo para conviver e não acabar na solidão, com isso todos puderam resistir e enfrentar tal realidade de maneira mais tranquila. Para Jana, o sonho de viajar para a Inglaterra ficava cada vez mais distante e impossível de se realizar, mas a sua perseverança era maior que tudo, e por isso, tinha em mente que conseguiria sair dessa ilha e realizar seu sonho.

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Saída de emergência - PARTE 4

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/saida-de-emergencia.html
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/saida-de-emergencia-parte-2.html
PARTE 3:  http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/saida-de-emergencia-parte-3.html

     Já em casa, fui me deitar e fiquei pensando naquele rapaz que me ajudou no ônibus e ficou comigo no hospital até eu acordar. Meu descanso não durou muito tempo e então, tive que voltar para minhas atividades de sempre. Na volta para casa, ele esta lá sentado me olhando fixamente  e me chamou para sentar a seu lado.
- Como se sente hoje, está melhor?
Meio sem graça respondi:
- Sim!
      Logo em seguida ele começou a fazer perguntas sobre mais perguntas me deixando encurralada e preocupada, pois não sei quem ele é, ou o que faz.
- Qual o seu nome? Ele perguntou.
- Clara, respondi.
- O meu é Rodrigo. Você tem quantos anos? Trabalha no centro? Já descobriu o que tem?
     Calma, calma! São tantas perguntas, porque ele quer saber sobre minha vida? O que ele quer comigo? Mas respondi todas as perguntas.
- Tenho 19. E sim trabalho no centro e não descobri o que tenho.
- E como esta sua mãe? Você gosta de morar Ipanema? O condomínio Santa Ana é bem bonito.
     Não deu pra disfarçar minha cara de assustada. Como assim, como ele sabe onde eu moro? Será que ele me seguiu? Será que é um psicopata que vai me atacar quando eu menos esperar? Então perguntei:
- Como você sabe onde eu moro?
- Enquanto você estava dormindo no hospital, conversei com sua mãe e ela me convidou para ir até sua casa em agradecimento por eu ter te levado ai hospital e cuidado de você.
     Meio estranho, mas é claro que eu vou perguntar a minha mãe se o que ele disse era mesmo verdade.
- Chegou meu ponto. Disse a ele dando graças a Deus em meus pensamentos.
- Então tá, fique bem. Até amanhã.
     Desci do ônibus e fui correndo para casa. Enfim em casa, minha mãe estava sentada no sofá trabalhando como sempre, então a interrompi e perguntei se o Rodrigo tinha dito a verdade sobre como soube onde moro, e para meu desespero, era mentira.

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Sangue - PARTE 5

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sangue.html
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sangue-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sangue-parte-3.html
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sangue-parte-4.html

      Maria e seu filho, agora livres se refugiaram numa casa abandonada no meio de uma floresta perto da cidade de onde eles moravam. Carlos soube dos assassinatos pois virou manchetes nos jornais na cidade e procurou o padre urgentemente porque ele via que não dava mais para esperar a realização do exorcismo, por isso ele falou com o líder religioso Liam para ajudar o quanto antes. O padre vendo que a situação estava acima do que ele poderia fazer, enviou uma carta pedindo ajuda ao Vaticano para poder trazer a cidade um religioso experiente em exorcismo.
     O pedido foi atendido e após três semanas chegou na cidadezinha de São Paulo, o Bispo Ubiratã, vindo do Vaticano para ajudar o padre Liam. Os dois se reuniram na paróquia para poder separar os objetos que irão usar no exorcismo: o crucifico, as velas, as algemas, a bíblia e a água benta. Depois de tudo preparado só faltava preparar Murilo e Maria, para isso eles pediram ajuda a alguns moradores para tentar encontrá-los. Logo no primeiro dia de busca, uma parte foi para a floresta, encontrando assim uma casa abandonada, por isso foram chamados o Bispo Ubiratã e o Padre Liam. Quando eles chegaram lá pediram ajuda a dois homens fortes da equipe de busca para ajudar no exorcismo.
     Os líderes religiosos e os dois homens, entraram na casa e logo quando eles adentraram, se depararam com Murilo e Maria já endemoniados comendo um alce que ainda estava vivo porém se debatendo muito, com essa situação eles ficaram espantados pois nunca tinha visto algo igual, nem o próprio Bispo Ubiratã que já era experiente em expulsão de demônios, então eles entraram em ação. Os dois homens pegaram  as algemas e prenderam Maria e Murilo em cadeiras antigas que estavam na velha casa, podendo assim iniciar a realização do exorcismo. Depois da mãe e do filho presos, os religiosos começaram a orar o Pai Nosso e a Ave Maria, fazendo que os endemoniados começassem a se torcer da cabeça aos pés falando em línguas antigas e saindo várias vozes, porém eles não poderiam parar e o Bispo jogou em cima deles água benta sem cessar a oração. Os demônios tentaram falar mentiras para tira-los do foco, porém eles não conseguiram e o exorcismo estava começando a dar certo. Chegou uma hora que Murilo desmaiou e Maria conseguiu fugir da cadeira, mas foi pega logo em seguida. Para não haver mais fuga e conseguir terminar o exorcismo, mãe e filho foram amarrados um ao outro e os homens continuaram  a clamar a expulsão dos demônios nos dois, conseguindo assim fazer eles serem libertos.


AUTOR: Marcelo Pereira Barra

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A viagem - PARTE 2

 PARTE 1: www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-viagem.html

   Os pais de Janaína, ao assistirem televisão, tiveram a notícia que um avião havia caído no mar e, infelizmente, sua filha estava na tripulação. A  reportagem informara que  não havia sobreviventes e isso foi desesperador para eles.
    Não era do conhecimento de ninguém, mas a verdadeira história era que  o avião passou por uma forte tuburlência e com isso o comandante pediu que todos colocassem  os coletes  salva vidas.
     Alguns atenderam à solicitação, mas a maioria não resistiu ao forte impacto e apenas cinco pessoas conseguiram sobreviver, pois estavam em um lugar favorável.


AUTORA : Mariana Lancelloti

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A grande chance - PARTE 4

PARTE 1: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-grande-chance.html
PARTE 2: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-grande-chance-parte-2.html
PARTE 3: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-grande-chance-parte-3.html

    Contudo, o nervosismo foi tomando conta dela e como ela estava extremamente nervosa para a prova que definiria a vida dela, ela decidiu ir ao banheiro, tomar uma água e se acalmar. Ela já tinha chegado cedo justamente para não ocorrerem imprevistos. Pediu ao fiscal a permissão da sua saída de sala, e logo após isso, ela retornou a sala e sentou-se.
   Até este momento tudo prosseguia bem, entretanto, algo começou a incomodá-la: uma garota “popular” que se achava a melhor e pensava como se todos fossem inferiores a ela, estava de uma forma discreta menosprezando os outros estudantes e os atrapalhando. E foi ai que ela se lembrou de um fato que ocorreu em sua infância: uma garota que tinha o jeito idêntico ao dessa, praticava o bulling e Camila era uma de suas vitimas. Ela não sabia o que fazer e estava bastante preocupada se realmente ela conseguiria realizar a prova. Após tentar se acalmar um pouco, ela lembrou-se da seguinte frase que a sua mãe sempre falava para ela “O que é pra ser será e a cada dificuldade em nossas vidas tem um propósito”.

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Sangue - PARTE 4

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sangue.html
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sangue-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sangue-parte-3.html


        Com Murilo preso na cadeia, Maria fica extremamente raivosa e violenta, resolvendo assim descontar seu ódio em pessoas inocentes. Ela saiu de madrugada para poder assassinar sua antiga amiga Paola, que se encontrava no celeiro, atrás de sua casa. Chegando lá viu sua amiga com seus três filhos e seu marido realizando uma festa com alguns moradores locais. Para se ver mais tranquila, ela fechou a porta do celeiro e incendiou fazendo todos serem queimados. Quando ela ouviu os gritos, começou a dar uma risada, fechando o tempo e sentindo a presença mais forte do demônio que estava em seu corpo.
        Depois da chacina, às 3 horas da manhã, havia uma criança perdida vagando pelas ruas pronta para ser a próxima vítima de Maria.
Maria, endemoniada, pegou a criança e levou para o cemitério. Chegando lá foi para uma parte mais afastada e começou a realizar culto ao satã, fazendo assim o seu demônio Acheropita se manifestar em seu corpo. Logo depois disso, Maria pegou a criança e colocou em cima do túmulo começando a agredi-la fisicamente e violentamente, finalizando com a degolação oferecendo ao diabo.
        Após sua ação, Maria se sentiu mais forte e foi correndo para a prisão salvar seu filho Murilo. Chegando na cadeia ela pediu para o guarda da prisão, que era o único que estava fazendo a ronda da noite, para ver o filho. Quando o pedido foi negado, ela incorporou e apenas tocou no guarda, fazendo-o desmaiar e conseguindo assim, libertar seu filho.

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Memories - PARTE 4

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/memories.html
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/memories-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/memories-parte-3.html

     Harry estava confuso, havia em tão pouco tempo acontecido tanta coisa.  Passaram-se alguns dias e a vida de Harry estava monótona e apenas pensara naqueles que poderiam causar algum mal a sua amada. Naquela manha, havia uma mensagem em seu celular, de um numero que ele não tinha em sua agenda, e nela estava escrito: “ Harry, algumas coisas acontecem em nossas vidas não como males, mas como um novo renascer, as coisas estão difíceis pra você, eu enxergo isso de longe, pois mesmo sem você saber, sou seu anjo. ”  Ao ler a mensagem, começou a imaginar quem poderia ter mandado aquilo, ele sabia que dentro de seu coração não conseguia aceitar a morte de Emma, e por mais que tentasse, estava preso aquele sentimento. Estava preso àquele amor.
      Batiam em sua porta, depois daquela manha turbinada de pensamentos e imaginações, ele não queria encontrar com ninguém, mas como educação, foi averiguar e ver quem estaria o perturbando. Ao abrir, não escondeu sua cara de surpresa, ele Armando, que estava com os olhos vermelhos, e inchados de tanto que estava chorando, de cabeça baixa e rosto sofrido, Armando abraçou Harry.
       Harry como bom anfitrião, pediu para que ele entrasse, o sentou em seu sofá, e deu-lhe uma xícara de chocolate quente, e ao ver que ele estava se acalmando o perguntou o que aconteceu, e ele respondeu:
- Eu não devia estar aqui, você é a ultima pessoa que iria me escutar, até por que nos nunca nos demos muito bem, mas é a única que pode me entender. Hoje de manha, Felipa e eu estávamos na faculdade, como um dia normal, ela não quis carona, pois ia encontrar com a irmã em Oxford. Quando recebi uma ligação, e nela me pedia para retornar a UC. Ao chegar lá me deparo com Felipa, presa nos portões da escola, esfaqueada e com os olhos costurados. No mesmo estante que a vi daquela forma, me lembrei de Emma,e comecei a imaginar que a pessoa que fez isso com Fel, deve ser a mesma que fez com Emma.
      Harry ficou em choque, não conseguia fazer nada, olhava para o abismo, não mexia sequer uma parte de seu corpo, se não fora Armando e Felipa, quem havia matado Emma? E quem era o tal anjo citado em seu celular?  Chegará a hora de dois inimigos se unirem para descobrir quem estava fazendo isso?



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A convivência - PARTE 5

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia.html
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia-parte-3.html
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia-parte-4.html

     Manuela angustiada de guardar o seu grande segredo por muito tempo, percebeu que Abigobaldo seria a pessoa certa para ser o primeiro a saber. Desde pequena, pela sua aparência, sofria de bullying na escola, sempre ficava excluída e as pessoas não queriam se relacionar com ela. Com o tempo, sua aparência foi se modificando e todos queriam se aproximar de Manu, porém ela ainda estava traumatizada com os fatos de sua infância e não conseguia esquecer o passado, com isso se tornou uma pessoa extremamente fechada.
Após abrir este problema para Abigobaldo, ele sempre tentava ajudá-la de infinitas formas, assim como fazia Luan, e Manu viu que estava substituindo seu melhor amigo por seu irmão gêmeo. Ela ficou transtornada e decidiu se afastar aos poucos de Abigobaldo, sem saber se estava fazendo a coisa certa, pois ele na verdade só tentava fazer de seu irmão, Luan, um vilão.
      Com base no pedido de Luan antes de morrer, Manu foi tentando seguir o seu desejo e começou a se relacionar com as pessoas. Ao chegar na escola, seus colegas de classe se solidarizaram e acolheram-a, fazendo com que ela ficasse surpresa e extremamente emocionada. No recreio, um menino chamado Ézio, se aproxima de Manu e começa a conversar com ela, mas nesse momento a sortuda não imaginava que ele seria sua nova paixão.

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E o respeito? - PARTE 4

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/e-o-respeito.html
PARTE 2: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/e-o-respeito-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/e-o-respeito-parte-3.html

       Nem preciso falar que não consegui dormir naquela noite. Meus pensamentos não paravam. O que será que ele queria comigo? Será que era uma proposta de trabalho? Será que ele sabia de alguma coisa sobre mim? Será? Será?
      Enfim amanheceu, tratei logo de levantar e me arrumar, porque chegar atrasado não era um hipótese. Chegando lá procurei por ele, mas não tinha chegado. Era um café simples, não muito longe da minha casa. Sentei em uma mesa da varanda e fiquei esperando. Não demorou muito e ele chegou. Não era bonito, mas tinha algo que me chamava atenção nele, só que eu não sabia o que.
      Pedimos café e bolo e logo começamos a conversar. Nós falamos sobre tudo, menos do motivo do encontro, até que eu não aguentando mais perguntei bem diretamente o que ele tinha para falar comigo, e depois dele dar um risada surpreso pela minha pergunta tão direta, começou a falar. Ele também tinha sido demitido e agora estava pensando em abrir sua própria empresa, e como ele já conhecia o meu trabalho, queria saber se eu poderia trabalhar com ele. Era realmente uma chance maravilhosa, porém arriscada, fiquei em dúvida e falei que pensaria na proposta.
     Depois disso logo nos despedimos e fui para casa. Quando eu estava quase chegando, meu celular toca, era ele, perguntando se eu faria algo à noite. Como eu não faria nada, aceitei sair com ele.

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Sonhos de Isabela - PARTE 5

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-julietta.html
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-isabela-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-isabela-parte-3.html
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-isabela-parte-4.html

     Albert leva Isabela aos prantos para se trocar, e enquanto ela se troca ele explica que isabela teria que trabalhar se prostituindo para conquistar sua liberdade. Isabela se apavora, mas Albert manda ela se acalmar pois seus primeiro cliente já estava a esperando.
     Ele caminha com Isabela até um quarto, e ao chegar lá um homem de meia idade já a espera sentado na cama. O homem logo começa a beijá-la, ela nervosa e sem jeito o rejeita. O homem dá um tapa em Isabela e exige disposição da parte dela pois ele está pagando. Ao começar o ato, Isabela pede calma por ser virgem, porém o homem não dá a menor bola.
     Depois de acabar, Isabela volta ao quarto e desabafa tudo com Márcia,  falando que foi horrível, que o homem a machucou e que a morte teria sido melhor.


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Saída de Emergência - PARTE 3

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/saida-de-emergencia.html
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/saida-de-emergencia-parte-2.html

     Então, fingi que nem  tinha notado a presença dele, porém, mesmo assim, o rapaz percebeu minha reação, e  fez a mesma pergunta do dia anterior:
- Você está bem? Percebo que está um pouco alterada, nervosa, gelada, o que está acontecendo com você? Você não pode ficar assim, pois caso continue, é arriscado que tenho um desmaio.
     No começo desmenti tudo, mas foi inevitável. Acabei desmaiando no ônibus e aquele mesmo rapaz me levou para um hospital para que eu pudesse ser atendida, e então ao acordar o rapaz me pergunta:
- Que bom que acordou! Agora descanse, pois o médico disse, que precisa de certo repouso. Ele não sabe ao certo, qual é a doença que você tem. Mas pode ser que daqui a mais alguns dias em observação, ele descubra o que você tem. Agora vou embora, tenho que trabalhar. Sua mãe está aqui, descobri o telefone dela no seu celular e liguei para ela,  não se preocupe. Até a próxima.
      E então, o rapaz foi embora, e fiquei com minha mãe no quarto do hospital. Ela virá e pergunta para mim:
- Filha você já está melhor? Fiquei preocupada com você! Isso que dá não comer de manhã, que menina mais sapeca, nunca vi! Assim que for liberada vai ter que comer todo dia de manhã hein?!
      Dias se passaram e depois de uma semana, fui liberada do hospital, sem saber ao certo qual era a minha doença na verdade.

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