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Um amor impossível

      Jennifer era uma garota comum que sempre fora apaixonada por um garoto de sua escola chamado Johnny. Por mais que gostasse dele, ela mal conseguia falar com ele e sabia que jamais iria tê-lo. O pior de tudo isso é que seu coração, que estava fortemente ligado ao desejo da paixão, não conseguia esquecê-lo.
      Certo dia então sua melhor amiga Layla, cansada de ver Jennifer sofrer por amar tanto Johnny, resolveu tomar uma atitude e foi falar com ele. No dia seguinte, Johnny inesperadamente chamou Jennifer no pátio, olhou em seus olhos, a puxou para perto de si e a beijou.
- Eu te amo. - Disse Johnny sussurrando no ouvido de Jennifer.
      A garota ficou muito emocionada e confusa, e logo pensou que era uma armação de sua amiga. E quando soube que Layla havia falado com ele no dia anterior, não teve dúvidas e disse:
- Eu posso te amar mais do que tudo, mas eu jamais vou forçá-lo a ficar com alguém que você não ama de verdade. Você não precisa fazer isso, eu sei que a Layla falou com você.
- Sua amiga me contou que você gostava de mim, e eu sempre gostei de você, só que eu achava que você não queria ficar comigo, por isso não falava com você. - Ele disse, tranquilizando-a.
      E assim, graças a força do amor e a ajuda da amiga Layla, os dois puderam ver que se amavam mais do que tudo, e ficaram juntos. Essa é a verdadeira prova de que não existe nenhum amor impossível no mundo.


AUTORAS: Erika Piergentili e Tainá Moreira.

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A flor da meia noite

      Já era quase meia noite em Paris quando Isabelle estava voltando para casa depois de um longo dia de faculdade. As ruas estavam bastante desertas, e de repente ela sentiu algo vindo em sua direção, mas quando olhou para trás percebeu que era apenas a sua sombra.
      Chegando em casa finalmente, estava tudo silencioso e ela começou a se perguntar onde estaria sua mãe, e gritou:
- Mãe? Onde você está?
      Porém a mãe nada respondeu, e a única coisa que ela conseguia ouvir era o silêncio e o leve tom de preocupação. Ela foi caminhando pela casa, e ao chegar na sala viu sangue no chão. Por mais que ela não estivesse muito acostumada a ver sangue, este parecia diferente: era preto e escuro.
      O medo crescia dentro dela, e ao dar mais alguns passos, o telefone tocou. Ela tentou ver quem era, mas o número era desconhecido e ela teve que atender.
- Alô? - Disse ela com um leve tremor na voz.
- Se você quiser ver sua mãe mais uma vez na vida, siga estas instruções e venha buscá-la. - Uma voz grossa e macabra disse, enquanto Isabelle imaginava o que poderia ter acontecido com sua querida mãe.

AUTORAS: Julia Grangeia Moraes e Barbara Paiva

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A viagem mágica

     Era uma vez, uma pequena menina que era viciada em assistir TV, principalmente em ver noticiário. Certo dia, ela magicamente se encantou pela informação e acabou dentro da televisão. 

AUTORA: Ana Luisa
     Usando seu controle mágico, ela fez uma viagem por diferentes épocas e lugares e por inúmeros canais da TV a cabo. A menina viu que o controle tinha detalhes como pausar e avançar, mas mal ele sabia que seu controle servia tanto para a TV quanto para o mundo real, e ela também podia avançar e retroceder o tempo. Ela viveu então muitas aventuras por diferentes canais durante bastante tempo.
AUTOR: Victor Luis
     Até que ela foi para um canal de filmes, e nele estava passando um filme de aventura - que era o favorito dela- e esse flime se passava uma selva. Nessa selva haviam muitos animais espertos, que com sua inteligência roubaram o controle da mão dela. A menina ficou desesperada para encontrar uma saída daquele lugar e não sabia o que fazer. Foi aí que ela caiu em um penhasco e minutos depois acordou intacta em seu sofá, onde tinha adormecido e tido esse sonho maluco.
AUTOR: Nicolas Vycas 

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Pertencer - Parte 3


     Passaram cerca de dez segundos após eu ouvir a pergunta dele, e mesmo assim não consegui responder nada. Aqueles olhos e aquele sorriso estavam me deixando estasiada, e eu quase viajei para o mundo só meu dentro de minha mente. Só depois de todo esse tempo realmente processei a pergunta, e o meu cérebro me lembrou que de acordo com a boa educação que recebi, eu deveria respondê-la.  Enquanto eu pensava em todas essas coisas, Michael ficava me olhando com uma expressão meio confusa, do tipo: "será que ela é surda?" ou "você realmente não vai responder nada?", e para acabar logo com isso o respondi. 
- Ah sim, sou nova. E a propósito, meu nome é Carly. - Eu disse com um sorriso amarelo, tentando fazer com que os dez segundos de silêncio não marcassem a primeira impressão que eu passo. 
- Então, você estudava onde? Na WED? - Disse ele, logo em seguida. 
- Bem,  eu nem sei o WED significa pra falar a verdade. - Dei uma risadinha. Será que eu pareço muito burra por não saber o que é WED? Decidi ignorar o fato e continuar com a conversa.- Eu não morava em Charlotte, estou aqui há apenas dez dias. 
- Jura? E está gostando da cidade? - Ele perguntou, se esquecendo de que eu não sabia o que aquela sigla significava. 
- Acho que sim... na verdade não conheço muito a cidade. Passei a maior parte do tempo organizando as coisas da mudança e também da escola. - Eu disse um pouco desapontada, afinal, só ali eu havia percebido que fiquei trancada em casa durante esses dez dias. 
- Ah, aos poucos você conhece, e aposto que vai gostar. Aqui tem bastante coisa bacana! Quem sabe um dia eu te mostro. - Ele disse com aquele sorriso de novo, extremamente amigável e prestativo. 
- Seria ótimo! - Eu sorri de volta. Ele não parecia ser um cara ruim... na verdade, ele parecia ser ótimo. Ele era alto, mas não como aqueles jogadores de basquete e também não era forte como um verdadeiro atleta, mas talvez fizesse parte de algum clube ou time. Ele era bonito, e seus cabelos escuros levemente cacheados estavam bem cortados, contornando perfeitamente seu rosto, o que realçava ainda mais seus olhos cor de mel. Droga! Lá estou eu de novo, dez segundos parada olhando para ele, com um sorriso no rosto. Eu preciso parar de fazer isso, caso contrário irei assustá-lo. 
    Por sorte no momento em que me dei conta que deveria falar alguma coisa ou me virar para o quadro, Mrs. Damon acabou de escrever o plano de estudos e começou a falar. 
- Silêncio agora, vocês já tiveram bastante tempo para conversar. Para quem não me conhece, eu sou a Mrs. Damon e darei aula de inglês para vocês durante todo o ano letivo. Para começar, gostaria de lembrar que para a próxima aula vocês devem trazer o livro "Lord of the flies" ("O senhor das moscas", em português) e ler os três primeiros capítulos. Vamos fazer uma arguição e um debate na sala, e no final do mês faremos um teste sobre ele. 
    E ela ficou falando durante os trinta e cinco minutos que restavam da aula, o que fez com que todos permanecessem em silêncio, incluindo eu e Michael. O sinal tocou e ele foi levado por outros alunos, nem se despedindo de mim. Então eu parti para a próxima aula, e eu sabia que depois dessa ainda haveriam mais muitas. Talvez ele também faça aula de matemática com o Mr. Johnson, ou talvez nos esbarremos na hora do almoço. Ainda há muito o que fazer e muitas pessoas para conhecer, o dia é logo e ainda são 8h45min.       Então lá fui eu, rumo à segunda de oito aulas, passando pelos corredores me sentindo alguém invisível, mas tentando ao máximo não passar uma imagem assim. Fiz cara de segura, pose de modelo e segui andando, como a rainha da escola que ainda nem conheço a caminho da aula de matemática. Ao chegar na sala as cadeiras, que eram todas organizadas em duplas, estavam quase todas preenchidas, me restando apenas quatro opções. Escolhi sentar ao lado de uma menina de óculos tipo Ray-ban e cabelos curtos loiros, que me pareceu bem simpática e quando iria me apresentar, Mr. Johnson entra na sala e diz:
- Silêncio por favor! Espero que o verão tenha sido bom, mas vamos começar com uma pequena lista de exercício para testar os conhecimentos de vocês. Podem pegar uma folha no caderno e anotem o que eu passar no quadro. 
    Todos começaram a anotar e a fazer os exercícios, e o tempo para conversar ficou para depois. Só consegui falar com a menina ao meu lado enquanto ele tirava a dúvida de alguns, e nossa conversa não rendeu muito. 
- Oi, eu sou a Carly. - Eu disse, olhando para Mr. Johnson torcendo para que ele não visse nossa conversa. 
- Oi, sou Helen! Você já teve aula com esse cara? - Ela me perguntou, parecendo tão assustada quanto eu com a rapidez dele. 
- Não, sou nova aqui. - Eu respondi. 
- Ah, que bom! Eu também, e pensei que eu era a única. - Ela disse parecendo realmente aliviada, usando a mão para tirar a franja dos olhos. Seus cabelos eram bastante lisos, e o corte se encaixava estranhamente bem nela. 
   Olhei para frente e percebi que o professor nos olhava com uma cara de reprovação, portanto focamos nos exercícios e combinamos de almoçar juntas. Apesar de Helen também ser nova na escola, eu me senti muito feliz de conhecer alguém e de ter com quem almoçar no primeiro dia de aula. Eu estava tendo sorte finalmente, e parecia que nesse ano tudo ia ser diferente. 

AUTORA: Camille Delduque
Twitter: @MilleDelduque

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Dragões, a Ilha Misteriosa e a Lança do Destino.

Parte 1

     Pedro, um homem pacato, honesto e trabalhador, estava saindo de seu trabalho para encontrar-se com sua mulher, Maria. Estava escuro e chovendo forte, ele estava preso no trânsito na ponte que cruzava o rio entre a sua casa e o local de trabalho. Trazia medicamentos para Maria que sofria de asma.

Autor: Gustavo Ribeiro

Parte 2

       Mais adiante, Pedro reparou que o trânsito fluía melhor. De repente, começa a escutar barulhos de explosões e do pânico das pessoas. Chegando ao local, depara-se com pessoas correndo, gritando e desviando de objetos em chamas. Do nada, surge uma enorme quantidade de grandes dragões vermelhos, soltando fogo pelas ventas e com fome de destruição.

Autora: Giuliana Martins 

Parte 3

      Pedro percebe que um dos dragões se separa do grupo e voa em sua direção, mas era tarde de mais. Com uma investida rápida, dando um rasante muito próximo do chão, a fera impulsiona o carro para cima jogando o carro no rio. Durante o acidente Pedro bate com a cabeça no volante e fica inconsciente.
       Pedro acorda numa ilha muito estranha e incomum. Ele observa o ambiente com atenção e consegue perceber construções antigas e quebradas,árvores secas, flores murchas, era uma terra seca e acinzentada,  e acima da ilha, existiam nuvens de poeira espessa que cobriam pequeno espaço que a ilha ocupava, tudo aquilo era resultado de anos e mais anos de poluição.

Autor: Lucas Viana

Parte 4

        No litoral da ilha ele percebe uma luz caindo sobre ele vagarosamente, e também nota uma voz com tom de sabedoria falando em sua cabeça:
- Pedro, te mandei para esta ilha, pois você era o único apto para esta missão. Você deve atravessar a ilha, chegar ao vulcão que há no coração da ilha e matar o dragão acima da boca do vulcão. Para realizar esse feito, te darei a lança do destino, a única arma que matará o dragão. Boa sorte em sua empreitada meu filho, vai precisar...
       Então, Pedro vê diante dele a lança do destino caindo do céu, uma lança dourada e brilhante. Com toda a sua determinação e com a arma em mãos Pedro parte em sua jornada rumo ao vulcão.

Autor: Yuri Vianna

Parte 5

      Depois de três dias de caminhada intensa, ele chega ao vulcão. Já no topo, Pedro tem uma surpresa inesperada: ele vê sua mulher Maria, pendurada por duas estacas de madeira, com quase três metros de altura cada. Ela gritava desesperada por ajuda, porém, antes que ele conseguisse pensar em alguma coisa, de dentro da lava fervente, um grande dragão vermelho explodiu em fúria para fora do vulcão. Pedro sentiu o calor que os olhos vermelhos cor de sangue do dragão provocavam em seu corpo, enquanto o observava, a besta conseguia enxergar dentro de sua alma.
      Pedro estava desesperado e não sabia o que fazer, ele se dividia entre a agonia de ver a pessoa que ele mais ama pendurada sobre uma piscina de lava, e o pavor de ter que enfrentar uma fera tão grande e poderosa. Nesse momento Pedro começou a sentir uma sensação estranha, e ele vê que a lança, que lhe foi confiada, começava a brilhar. Foi então que se lembrou das palavras que tinha escutado a dias atrás. Se lembrando disso, a força e a determinação que o levaram até aquele momento, começam a crescer nele. Ele desafia o monstro para combate que começou logo em seguida.
      O dragão dá um rasante em Pedro, mas ele desvia a tempo, o dragão voa para longe e volta para desferir mais um rasante sobre o guerreiro, porém desta vez a besta ao ver que Pedro se desvia novamente cospe fogo sobre ele, queimando o seu braço esquerdo. Pedro ferido, fica com o braço impotente. E mais uma vez o grande dragão vermelho volta para dar outro rasante, e o guerreiro em vez de se desviar, estica a lança no momento em que o dragão se aproxima dele, ferindo gravemente a asa direita da criatura e impossibilitando a fera de voar. Ele chega mais perto do dragão, deitado à beira da boca do vulcão, que o fitava com seus olhos mortais ardendo em ódio, quando ele ficou frente a frente do dragão, a besta pulou sobre ele tentando arrancar-lhe um pedaço com uma abocanhada, mas o valente guerreiro, Pedro, impede o golpe encravando a lança do destino no longo pescoço do dragão, matando ele instantaneamente, agora a fera que amaldiçoava aquele lugar estava morta. A sua jornada havia finalmente acabado. Agora estava pronto para voltar para casa. Mas antes de conseguir soltar sua mulher aquela mesma luz que havia "falado" com ele antes, agora caia sobre ele de novo, e agora sobre Maria também. E em alguns segundos ele estava de volta ao lugar onde morava, ainda com as feridas da batalha e com as marcas que foram feitas em seu corpo durante o tempo que passou na ilha. Sua mulher estava do seu lado e os dois estavam em casa.

Autor: Lucas Rodrigues

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Pertencer - PARTE 2

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/pertencer.html


       Depois de uma noite de sono muito mal dormida, acordo às seis horas da manhã, vou ao banheiro tomar banho e escovar os dentes, e a seguir me dirijo até a cozinha tomar meu cereal matinal. Depois do café da manhã, volto para o meu quarto e perco inúmeros minutos na frente do guarda-roupa escolhendo a roupa que usarei no primeiro dia de aula. Acabo optando por uma calça verde piscina, um suéter creme, ankle boots pretas e um cordão para fechar o visual. Pego uma bolsa lateral ocre, capricho na maquiagem e no cabelo, e lá vou eu para a escola. A única coisa que tinha na minha cabeça é a lição que aprendi durante esses duros anos que vivi mudando de escola: para conseguir amigos eu precisava passar uma boa imagem.
      Cheguei a conclusão de que eu estava deslumbrante, a roupa estava perfeita para parecer uma garota super descolada, e meus cabelos castanhos-claro nunca apresentaram ondulações tão bonitas e brilhantes. Durante todo o caminho vou pensando em tudo o que vou fazer para garantir o sucesso e a aceitação das pessoas. Ao chegar na porta da escola, respiro fundo e boto um belo sorriso no rosto, começando a andar pelos corredores procurando o meu armário dentre todos aqueles, e começo a observar toda aquela selva que me rodeava.
       Fico me lembrando de todos os primeiros dias de aula que tive, e isso começa a me fazer tremer as pernas e a ficar um pouco tonta. Por trinta segundos me desligo do mundo e fico parada ali, no meio do corredor com aqueles adolescentes animados, e quase deixo cair o caderno que estava na minha mão ao levar um empurrão de alguém. Retomo minha consciência e não deixo que essas lembranças me abalem, seguindo firmemente até o meu armário, que fica no final do corredor principal, perto da sala de ciências.
       Verifico meu horário e vejo que minha primeira aula é a de inglês, e acabo chegando na sala antes mesmo que pudesse me dar conta, afinal fui levada por uma enxurrada de jovens que corriam para suas salas após escutarem o sinal tocar. No caminho algumas pessoas sorriam para mim, e eu sem querer sorria de volta, mas não conversei com ninguém. Na sala escolho sentar na terceira fileira bem no meio da sala, para poder ficar no centro e estar em contato com muitas pessoas. As fileiras estão organizadas em duplas, o que me deixa um pouco desanimada, porque eu não conheço ninguém ali. Aos poucos os alunos vão se sentando e as carteiras na minha frente e atrás de mim já estão preenchidas, apenas a que está ao meu lado continua vazia.
       Mrs. Damon entra na sala e se apresenta para a turma, e enquanto preenche o quadro com o plano de estudos que seguiremos durante o ano letivo, escuto um "toc-toc" na porta, e ela se abre, revelando um menino alto e de cabelos escuros, que pede licença e com muita vergonha entra na sala. Os outros alunos riem e fazem alguns comentários, mas eu só escuto o burburinho, então acredito que ele era conhecido pela turma. A professora o repreende um pouco, mas para evitar constrangimentos, o indica o lugar vazio ao meu lado.
      O sentar-se o menino olha para mim e sorri, e enquanto isso eu posso reparar que seus olhos são cor de mel e que aquele sorriso era estranhamente familiar. Ele diz:
- Oi! Meu nome é Michael! Você é nova aqui?

AUTORA: Camille Delduque
Twitter: @MilleDelduque 

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Experiência monstruosa

        Em  uma cidade, havia se espalhado uma doença muito grave. Os cientistas tentaram diversas vezes achar a cura, mas todas as tentativas falharam e não obtiveram o resultado esperado. Então, eles descobriram que não estava dando certo fazer experimentos com animais, e começaram a testar com humanos, e para isso chamaram pessoas com a doença. Os cientistas prometeram curá-los e pagar uma ótima quantia em dinheiro(não era verdade, pois os cientistas sabiam - ou acharam - que todos que fariam os testes morreriam).
         No dia seguinte, todos aceitaram e chegaram cedo no laboratório para começar as experiências. Logo as pessoas que receberam as injeções com as fórmulas de cura, mudaram seus comportamentos: uns começaram a ter desejo de comer carne humana e outros começaram a desejar sangue, em um grupo algo muito estranho aconteceu e começaram a nascer asas nas pessoas. Elas ficavam com raiva a toa e tiveram que ser trancados em salas para que não machucassem os cientistas e os outros parceiros. Esses “cobaias” começaram a se transformar, ou seja, os cientistas tinham errado em algo. Eles começaram a virar bichos com asas, assustadores. Conseguiram fugir matando os cientistas, e em busca de comida estavam indo para a cidade.
       Dentre os monstros, havia um que era bom. Todos escolhiam suas vítimas e eles podiam voltar a forma humana quando quisessem, mas tendo a forma de monstro era mais fácil de conseguir capturar as pessoas. Só que o monstro bom não queria que isso acontecesse, ele recusou-se a tentar matar pessoas: só comia animais. Só que quando ele viu e sentiu o cheiro de um humano, não resistiu, atacou e acabou viciando-se. Mas no dia seguinte, ele viu uma garota bem bonita e que chamou bastante a sua atenção. No início, ele queria matá-la, porém depois de encurralá-la, ele viu em seus olhos a leveza , o medo e se apaixonou... afinal, ele ainda era meio humano.
      Teve um pressentimento, sentiu a obrigação de cuidar dela, não deixar que nada acontecesse a ela. Ela teve muito medo no início, eles foram se conhecendo aos poucos, mas ela não confiava nele e mantinha um pé na frente e outro atrás. Com mais tempo de convivência, eles foram se aproximando e isso tudo em meio ao caos de monstros matando humanos e a doença grave. Nesse momento, nada mais os separava, mas o pai da menina, a família, amigos e pessoas com medo resolveram acabar com os monstros.  Formaram um grupo de caçadores e os mais inteligentes( que entendem de ciência ) começaram a tentar achar uma cura (mas o que eles não sabiam é que os cientistas tinham feito uma última experiência e não havia tempo de  aplicar nos pacientes...).
      Então, a menina foi se apaixonando por ele, mesmo sabendo que ele era um monstro. Ela sabia que seu amor era mais forte, eles sabiam que tinham que tomar cuidado com os “caçadores” e, felizmente os monstros estavam quase todos mortos. Eles continuaram, até que um dia os dois deram seu primeiro beijo, e depois de uns meses a menina ficou grávida. Seu pai quando soube, castigou a filha por ter um bebê de um monstro, e a matou junto com seu bebê. Então seu amado com raiva, virou do mal e tentou matar a todos. Por sorte, os “mais espertos” acharam a cura, assim aplicando em todos os que tinham a doença, mesmo assim ele não desistiu e matou o pai e toda a família que havia julgado a menina e depois de cumprir sua missão, ele se matou também.

AUTORES: Yasmim Marins e Arthur Carvalho

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2025

       O dia mal começa e o caos se alastra, como as chamas do fogo. 2025, ano quando se inicia a Terceira Guerra Mundial. Eu, soldado Drake, faço parte do grupo especial da Rússia.

AUTOR: GUSTAVO PESSANHA

       A  primeira missão foi no dia 07/03/2025: fui convocado para uma invasão aos  Estados Unidos para descobrir seus planos. O helicóptero sobrevoava o território inimigo, dentro dele eu conseguia ouvir os tiros, e de repente escuto um enorme estrondo e um grito do piloto :
- Fomos abatidos! - O desespero começou, após a queda eu via os inúmeros corpos de meus amigos, e lá estava eu, ainda meio atordoado com o impacto.
AUTOR: ENZO COUTINHO

        Em pouco tempo, retomo a consciência e logo percebo que não sou o único sobrevivente do acidente. Assim que consigo me levantar, recebo uma arma, e sei que estamos em território inimigo e em menor número. Resolvi então chamar o resgate enquanto ainda podia, mas sabia que não tínhamos muito tempo porque logo seríamos descobertos. Meu amigo me ajudou com os ferimentos e logo em seguida o helicóptero do resgate se aproxima. Mas a única coisa que vejo é uma grande explosão e o grito de desespero do meu amigo:
- Fomos descobertos, rápido, para o helicóptero!
       Antes de fugir e entrar no helicóptero, consegui atingir um barril e causar outra explosão para confundir os inimigos, dispersar e fugir. Mesmo fugindo eu sabia, a guerra estava apenas começando...
AUTOR: LUCAS AUGUSTO

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Mundo Pós-Apocalíptico

        Eu acordei em uma cama suja e desarrumada, em um quarto semidestruído, olhando para todos os lados e só vendo corpos e entulhos. Eu acabei de sair de casa e vejo um bilhete, depois pego esse bilhete e leio:

AUTOR: Fernando Dias

       “Caso você esteja lendo isso, você acordou em um mundo pós-apocalíptico: a guerra entre os Estados Unidos e a Síria acabou se tornando mundial, bombas químicas foram lançadas no mundo todo, quase todos estão infectados com uma neurotoxina que o transformará numa criatura horrenda, e apenas alguns poucos têm a imunidade, eu não dei sorte, daqui a mais ou menos 12 horas estarei comendo carne humana. Espero que você sobreviva” - George Harrison, 12 de setembro de 2017.
AUTOR: Leonardo Bittencourt

      Após sair de casa, me deparei com um ser estranho, com a aparência de um ser humano, mas com fome de carne humana, desmembrando outro ser. Ele era pequeno, com uma pele escura e olhava para mim como se eu fosse um frango assado. Quando percebo, estou rodeado dessas criaturas, parece que elas surgem infinitamente. E todas vêm em minha direção.
AUTOR: Raphael Moreira

     Voltei pra casa correndo e me tranquei. Fui loucamente à procura de suprimentos e acabei achando somente um pé de cabra. Como meu único armamento e minha única maneira de sobreviver, tive que começar a bater nessas criaturas loucamente. Muitas morreram, mais vi que elas eram impossíveis de matar, quando havia milhares.
AUTOR: Gabriel Pimenta

      Quando me dei conta, não dava pra ver mais nada além de criaturas escuras e com olhos vermelhos, vindo diretamente em minha direção. Ao começar a correr me dei conta de que fui mordido. A dor era mais agonizante que a dor próprio inferno, mas um clarão apareceu. Será que morri?
AUTOR: Heitor  Zimmer

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Mitologia Grega

     O Monte Olimpo, segundo a mitologia grega, é o monte mais alto da Grécia, e também o lar de deuses gregos como Zeus, Poseidon, Hades, Hera, Apolo, Ares, Hefesto, Hermes, Ártemis, Afrodite e Dionísio. Cada um desses deuses tem suas próprias características, por exemplo, Zeus era o rei dos céus, enquanto Hades reinava sobre o mundo inferior. Existiam também heróis, ou semideuses, que eram filhos de deuses, como Hércules, Teseu, Perseu, Agamenon e Atlanta, e eles não podem ter contato com um deus. 
     Os deuses não poderiam entrar em território de outros deuses, a menos que fossem convidados, mas heróis poderiam entrar em qualquer território divino, e desafiar a qualquer um, desde que fosse forte e corajoso o bastante. Um exemplo muito conhecido de história de um herói, é de Hércules, filho de um dos três grandes, Zeus. Hércules era uma criança muito forte, que quando bebê foi atacado por cobras, porém ele as enforcou. Zeus, assustado com isso e surpreendido, resolveu treinar Hércules para se tornar um grande guerreiro grego. Ele levantou o grande centauro, fez os dez trabalhos, até ficar grande e forte. Outra história também muito conhecida é a de Teseu, que derrotou o minotauro no labirinto com uma espada e um novelo de lã, para se guiar pelo labirinto. E estas são uma das mais conhecidas histórias mitológicas.

AUTOR: Diego Nunes 

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O preço da felicidade

     O único jeito de nunca se machucar nessa vida é nunca amar nada nem ninguém. Mas quem não ama, não vive de verdade, e apenas passa pelos dias sem conseguir vivê-los. E você, de fato, não será feliz, porque quem não ama, não sente inclusive as coisas boas que podem ser raras e únicas.
     Então, você pode escolher passar pela vida, mas para isso a escolha será viver realmente. Ou pode escolher amar, o que pode ou não fazer com que se machuque, mas poderá viver dias duvidosos ...
     Na vida, temos que saber escolher os caminhos certos, porque se nos machucarmos, vamos nos sentir culpado pelo resto de nossas vidas! A vida tem várias escolhas: estudar, respeitar... O mais importante de todas é estudar, porque para ter uma boa aprendizagem, o que vale é aprender coisas novas.
     Cometer erros não significa necessariamente acabar com sua vida, afinal, é com os erros que se aprende a viver. Não tem como impedir que ao longo da sua vida você se machuque: você pode ter certeza absoluta que vai se machucar, você terá dias tristes e também felizes, mas tudo o que você deve fazer é seguir em frente e acreditar, não importa o que aconteça. E além disso, continuar estudando para garantir seu futuro.
     Você colhe o que você planta!

AUTORES: Anna Laura, Maria Antônia, Nathália Domett, Igor e Sarah.

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Os Quatro Patetas

     Certo dia os quatro patetas, Zé Bolinha, Zé Gambá, Zé Bocão e Zé Pretinho, foram à floresta caçar. Durante a caçada, Zé Bocão foi atrás do urso que viu, e quando chegou perto, o urso feroz atacou o Zé Bocão, pois estava com fome e não tinha comida, e eles desapareceram misteriosamente na floresta escura.
    Dias depois, Zé Bocão,  que tinha desaparecido com o ursos, reapareceu e contou a todos que virou amigo do ursos, e assim os ursos viraram mascotes dos quatros patetas e começaram a protege-los. Desse modo se passaram anos e anos, e os ursos continuaram protegendo-os na floresta de todas as ameaças.
     De repente acontece uma tragédia: começa a se espalhar um vírus na floresta que atinge principalmente os animais e dentro de poucos dias os cinco ursos acabam morrendo. Após esse episódio os quatros patetas ficaram meses de luto pelos ursos e também ficaram vivendo desprotegidos na floresta.
    Uma guerra acontece alguns meses depois disso, e soldados aniquiladores atacaram o acampamento, chamado meio sangue, em que os quatro patetas ficavam. Para tentar salvar a si mesmos e o acampamento eles se unem: Zé Bocão sai na frente com a super boca como escudo, já Zé Bolinha sai rolando, Zé Pretinho desce o morro escurecendo a floresta toda e o Zé Gambá levanta os braços e todos desmaiam. Quando acordam, os soldados tinham ido embora e destruído o acampamento dos quatro patetas.
    Depois de muitos meses os quatro patetas saem da floresta e voltam pra a escola. Lá eles animam a sala e azaram as meninas. Após de muito tempo estudando, eles passaram de ano, crescem, entram e se formam na faculdade, festejam muito, jogam bola, trabalham, formam suas próprias famílias e mesmo assim continuam fazendo loucuras na vida, estando sempre juntos não importa o que aconteça. E mesmo depois de anos, os Quatro Patetas continuam com essa amizade verdadeira.


AUTORES: João Victor Furtado, João Vitor Ramalho, Daniel Dantas e Rubem Vidon.

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Amor obsessivo

    Sou uma garota diferente... não sei o que é amor desde que minha mãe matou meu pai, porque ela achava que ele tinha uma amante (o que era mentira). Graças ao amor obsessivo que ela sentia por ele, depois de matá-lo, ela se matou. Mas pra mim tudo mudou quando conheci Lucca, meu atual namorado.
     Não consigo lhe dizer que o amo, porque ainda não sei o que é amar e tenho medo de acabar que nem minha mãe. Mas, às vezes, tenho depressão e me sinto muito mal; fico imaginando-o com outra garota, o que me deixa perturbada e com vontade de gritar de tanto ódio, porque não quero de forma alguma ser igual a minha mãe.
    Em uma noite eu estava passando pela rua, e estava chovendo muito, eu estava totalmente encharcada. Parei em frente à janela enorme de uma cafeteria, onde tinha uma cobertura e vi Lucca beijando outra garota. Meu coração não podia estar mais partido do que isso. Mas não vou entrar e brigar com ele. Não, vou fazer melhor. Uma vez com o coração partido, para sempre com ódio. Saí correndo em direção à minha casa, com lágrimas rolando por meu rosto e digitei uma mensagem para ele:
 – Me encontre amanhã na minha casa - Mandei
 – Tá bom. - Ele respondeu em seguida
    No dia seguinte, ele chegou na minha casa como se nada houvesse acontecido. E disse:
 – Oi, amor.
 – Você lembra quando eu disse que te amava? Então, esse amor acabou. - Dei um abraço nele. – Odeio traição.- E lhe dei uma facada no coração.

  Cerca de três anos depois eu estava no manicômio, no refeitório, e subi numa mesa cantando:
 – Mamãe, eu já estou indo... - E enfiei uma faca em meu coração.

AUTORAS: Clara Borges, Clarice Moreira e Millena Santos.

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O dia em que a terra parou

    Quem diria que isso iria acontecer: estava eu assistindo tv, vendo meu desenho favorito, comendo pão de queijo com toddynho, estava toda descabelada, pois tinha acabado de acordar e não tinha nem escovado os dentes ainda, quando de repente eu escuto um tremor estranho e fico meia assustada e vou até á janela para ver o que havia ocorrido.
                                                                                                              AUTORA: Mayane Santos.

      Percebo que todos os meus vizinhos ficaram assustados como eu, e tentando se acalmar. O céu começou a escurecer com rapidez e parecia que uma grande tempestade estava muito próxima. Talvez fosse mais uma mudança de tempo, mas aquele barulho anterior me dizia que algo estava por vir.
AUTORA: Luiza Guerra.

      Então, de repente as ruas começam a cair, os prédios caem, um caos total. Vejo minha mãe correndo para buscar minha irmã, e entra direto no carro. Meu pai aparece e entra no carro com a gente, e saímos disfarçados a caminho do aeroporto; e lá havia uma avião esperando por nós.
AUTOR: João Pedro.

      Compramos rapidamente as passagens e fomos direto ao ponto de embarque, sem destino de parada. Horas depois, chegamos dentro do avião e nos sentamos; todos os passageiros estavam em desespero com medo do que podia acontecer. O que poderia acontecer? Ninguém saberá o fim!
AUTORA: Andressa Vieira.

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Corrida pela vida

       Numa noite sombria, o lobo solta seu uivo, tão sombrio quanto a noite. Lily, uma menina de apenas 6 anos, corria pela terrível floresta de Northwoods. Seus pés doíam e sangravam, enquanto ela corria desesperadamente para salvar sua vida do sanguinário lobo que a seguia, uivando à Lua como num conto de terror.

 AUTORA: Rebecca Dias

       Em um certo momento, ela já não aguentava mais correr. Seu coração batia forte e rápido enquanto arfava. Quando encontrou uma grande raiz de árvore, se escondeu ali, num pequeno ninho que a raiz formava. Mas sentia a presença de algo.
 AUTORA: Letícia Serra

       Ela olhava para todos os lados e via vultos atrás de muitas outra árvores. Tomada pelo medo, Lily sentiu um tipo de puxador no chão, que sem pensar duas vezes, puxou, entrou e desceu a escadinha que dava em uma porta. Ao abri-la, Lily vê uma coisa que abriu um sorriso em seu  
 AUTORA: Letícia Alves

      Era sua mãe, sentada em uma cadeira, mas logo ela percebe algo que a deixa perturbada. A mãe dela estava amarrada, fria e pálida: estava morta. Lily chorou e chorou, uma coisa que não deveria ter feito. Alguém abriu a porta, era seu pai, Ele matou o lobo e viera busca-la. Desde então, eles nunca mais conseguiram sair a noite.
AUTORA: Mariana dos Santos

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O sequestro

    Era um belo dia na cidade de São Paulo, Mariana estava conversando com suas amigas na porta da escola. O sinal tocou e cada uma foi para sua sala. Mariana tinha aula de Historia, a matéria de que ela mais  gostava. Entrou na sala e sentou lá na frente para não perder nem um minuto da aula.

 AUTORA: Julia Guimarães

   Quando a aula começou , Mariana estava tão ansiosa que não enxergava mais nada, só prestava atenção em seu professor e seus contos maravilhosos. Quando acabou a aula já havia em seu rosto o olhar de tristeza, pois só haveria outra aula na semana que vem .
AUTORA: Stefany Pereira

    Mariana então, no caminho de casa foi sequestrada por três homens encapuzados. Eles levaram-na para um armazém escuro e abusaram dela. Mesmo depois de terem abusado, eles não haviam notado que  ela estava com o telefone no bolso da calça, por isso quando Mariana viu que os sequestradores tinham saído do armazém , aproveitou e ligou para a policia.
 AUTOR: Matheus Falcão

    Ao ligar para a policia, percebeu que o telefone não chamava pois não tinha sinal, e nesse momento os sequestradores tinham voltado, vendo-a com o telefone na mão, bateram nela e a levaram para um avião para levá-la para outra cidade. Ao chegarem no avião, policiais estavam fazendo a ronda, viram a movimentação estranha, prenderam os bandidos e a salvaram.
AUTOR: Jonathan Gaugher 

   A menina, muito assustada, agradeceu imensamente aos policias por terem prendido os bandidos, e pediu para ligar para seus pais para avisá -los que já estava tudo resolvido, que estava bem e que estava voltando para casa com a companhia e segurança dos policiais.
 AUTORA: Tayane Modena

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Um sonho possível

     Era uma vez, uma menina que morava no sertão. Ela tinha um grande e belíssimo dom, e certamente iria se tornar uma médica para ajudar as pessoas mais pobres, porém, ela era muito pobre e não tinha condições de pagar uma faculdade de boa qualidade.
     Os pais dessa menina estavam muito doentes, e nesta época os amigos dela que emprestaram dinheiro para que ela fosse estudar na cidade grande. Chegando lá, ela conseguiu passar para uma faculdade do governo, onde estudou por 5 anos, e passou por muitas dificuldades. Não teve dinheiro para pagar comida e passagem de ônibus, e durante seu estudo ficou hospedada numa casa de velhos amigos da família .
     Quando conseguiu se formar, ela voltou para o sertão e onde primeiramente ajudou seus pais. Depois de trabalhar muito, como ela gostava tanto do seu trabalho, decidiu abrir uma clínica pública para ajudar a todas pessoas do sertão. Alguns anos mais tarde, casou com advogado onde tiveram dois lindos filhos, que quando cresceram se tornaram professores. Eles juntos construíram uma escola para melhorar o ensino do sertão, e foi assim que essa família traçou o seu caminho.

AUTORAS: Mônica Ferreira, Thayssa Oliveira e Tatiana Michelini

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A grande chance - PARTE 6

PARTE 1: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-grande-chance.html
PARTE 2: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-grande-chance-parte-2.html
PARTE 3: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-grande-chance-parte-3.html
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-grande-chance-parte-4.html

PARTE 5: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/10/a-grande-chance-parte-5.html

      Chegando a casa da sua tia, Camila lhe contou que tinha se saído bem na prova. Passado uma semana que havia feito a prova, Camila não aguentava mais de ansiedade e resolveu entrar no site da universidade para saber se já tinha saído o resultado da prova. Quando Camila entrou no site, percebeu que seu nome não estava na lista dos que passaram e começou a chorar. A tia, percebendo que Camila estava chorando e que estava muito abalada com a notícia, resolveu ligar para a mãe de Camila.
      Depois de algumas horas, Camila arrumou suas malas e despediu-se de sua tia, agradecendo-lhe a hospedagem. Camila foi pensando durante a viagem de volta o que diria a sua mãe quando ela chegasse em Minas Gerais. E quando chegou na ferroviária, reencontrou inesperadamente sua mãe, se emocionou bastante com o forte abraço que lhe foi dado.

AUTORA: Luane Ferreira 

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O Assassino Jack

        Jack era um garoto de 18 anos, que vivia com sua família em uma casa muito assustadora. Eles costumavam escutar muitos barulhos durante a noite. Uma noite ele saiu com seus amigos para uma floresta para caçar animais, alguns amigos tinham arco e flechas, armas e o Jack tinha um facão. Muito de noite na hora de ir embora, Jack ficou escondido atrás de uma moita enquanto seus amigos procuravam por ele, e de repente, ele sai da moita e mata um de seus amigos. Os outros amigos falam:
- Calma Jack! O que é que ouve?
        Mas Jack não quer nem saber e mata o resto de seus amigos, e liga para a polícia e diz que ouve um na assassinato na floresta e foge. Chegando em casa de madrugada a família escuta o barulho dele chegando, e logo de manhã os pais desconfiam dele. Jack desde pequeno queria ser um assassino muito bom  sem que ninguém soubesse, então percebe que pode ser denunciado pela sua própria família e foge de casa e a família nunca mais deve notícias dele. Jack foi para uma casa velha no meio da floresta onde ninguém sabia onde é que era e se alguém tentasse procurar por ele, Jack mataria essa pessoa.
         Certo dia na rua, os policias encontram um velho amigo de Jack, Frank, que junto com os policias fez uma armadilha para Jack. Frank o ligou perguntando aonde ele estava, e Jack falou onde era. Frank foi até lá e ficou conversando com Jack durante muito tempo dentro da casa enquanto o policial colocava no carro de Jack um rastreador. Quando Frank foi embora para a delegacia armar uma emboscada para Jack, os polícias rastrearam onde Jack iria, e no meio do caminho param o carro de Jack. Ele sabia que se fosse preso, iria morrer na prisão, então ele pegou um canivete e falou para os polícias: 
- Vocês nunca vão me pegar! -E então, Jack se matou.

AUTORES: Thiago Mendes e Matheus Padilha

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Em busca de um sonho - PARTE 5

PARTE 1: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/em-busca-de-um-sonho.html
PARTE 2: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/em-busca-de-um-sonho-parte-2.html
PARTE 3: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/em-busca-de-um-sonho-parte-3.html
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/em-busca-de-um-sonho-parte-4.html

      Sarah agora vivia uma vida de prazeres somente momentâneos que as drogas lhe proporcionavam, pois tinha uma vida infeliz quando estava lúcida. E isso era o que fazia com que ela quisesse usar cada vez mais drogas, para ter sempre esse prazer. Com o passar do tempo, ela viu que isso estava fazendo muito mal a sua saúde, e teve que escolher entre a vida com as drogas ou sem elas.
      Ela, que sempre foi determinada, decidiu que iria largar as drogas e continuar sua vida de algum jeito sem elas. Suas amigas a ajudaram nessa tarefa difícil. Mas conseguiu,  por fim, ver-se longe das drogas. Sabia que sua vida seria mesclada de felicidades e infelicidades e isto é um risco.  Ao longo do tempo, Sarah percebeu que as amizades são um forte ponto de apoio, de ambos os lados, e a escolha é que faz a diferença.  Entendeu que a  vida não tem como não ser ruim, isso, com drogas ou sem. A questão é fugir dos problemas da vida ou enfrentá-las de cara limpa. Sarah finalmente entendeu que a vida é sempre essa tensão entre ser boa ou ruim.

AUTOR: Eduardo 

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Amor

       O amor é um sentimento muito forte que a gente sente por alguém. Exitem vários tipos de amor: amor de fã, amor de mãe, amor de amiga, amor de namorado, e muitos outros.
      Um belo dia, Mari levantou-se para ir ao colégio tranquilamente como um dia qualquer, saiu de casa e quando estava caminhando, esbarrou em um garoto. Ela olhou em seus olhos brilhantes e o sol estava iluminando seus cabelo castanhos, e sem querer caiu em seus braços e logo pediu desculpas.
      No colégio, a menina pensou no garoto o 1° tempo todo, e como a parceira de laboratório dela tinha faltado, ela estava sozinha. De repente, a porta se abre, o 1° tempo acaba e ela vê na porta o garoto que ela caiu nos braços de manhã e ficou em estado de choque. O professor apresentou o garoto que se chamava Gabriel e perguntou quem poderia sentar com ele. Maria ficou quieta, até que o professor perguntou:
- Maria, o Gabriel pode sentar com você? - Maria balançou a cabeça afirmando.
      No recreio, Gabriel estava sozinho e Maria foi sentar com ele, e perguntou sobre a vida dele. Logo eles ficaram tão íntimos que Gabriel tascou um beijo em Maria. A menina ficou tão alegre que retribuiu o beijo, e Gabriel logo teve a certeza de que Maria gostava dele e perguntou a ela:
- Quando você em meus braços de manhã, tive a certeza que a garota da minha vida era você. Quer namorar comigo?
Maria estava ofegante, mas logo respondeu:
- Sim!

AUTORAS: Bianca Quintão, Alexandra Trevizan, Mariana Pavão e Gabriele Merlino.

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Em busca do verdadeiro amor

  Em uma noite de estrelas cintilantes, estava a princesa Alícia pedindo para sua estrela favorita para que um dia chegasse o seu verdadeiro amor. Ao amanhecer, acordando com a sinfonia dos pássaros, ela resolveu colher rosas em seu reino.
  Depois de colher as rosas, resolveu falar com o seu pai sobre a festa de 15 anos que iria se realizar no dia 4 de novembro. Nessa conversa, a princesa Alícia falou para o pai que queria se casar com o príncipe que a respeitasse e amasse. O grande dia chegou, e hoje, dia 4 de novembro, em algumas horas princesa Alícia será uma bela debutante, com seus lindos olhos azuis e seus cabelos loiros cacheados. Ela se encontra com o príncipe Edward e dançam valsa.
  Quando Alícia e Edward acabaram de dançar, Edward se ajoelhou diante dela e a olhou fixamente em seus olhos, em quanto pegava uma pequena caixa preta que guardava em seu bolso traseiro. Edward lhe pediu em casamento, com lágrimas nos olhos. Surpresa, Alícia fica com cara de espantada, mas gostando da ideia aceita seu pedido, com belo beijo, bem no centro da sala de música.

AUTOR: Luís Victor Loureiro 

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Orelha X Steve Johnson

     Em um belo dia, Steve Johnson estava no estádio do Chicago Bulls curtindo um jogo de futebol americano, quando de repente... As luzes se apagam! (Tam Tam taaammmm)
     Após uma hora de escuridão, as luzes se acendem, e Steve percebe que todos ao seu redor estavam mortos. Quando ele olha para frente, vê uma orelha assassina... (Tam Tam taaammmm) Então Steve começa a ir em direção à seu Camaro amarelo, entra no carro e dispara na frente da orelha com o nitro no máximo.
     Ele chega sua casa e começa a arrumar a sua mala, arma a sua shotgun, dá um chute na porta e diz:
-Aqui não tem pra orelha não! - Com uma cara de mal.
     Ele pega o seu Camaro amarelo, e sai disparado para o México enquanto a orelha o segue. Ele consegue despistá-lo e compra uma pistola, segue com seu Camaro e procura a orelha, pois agora estava muito melhor armado. Finalmente a encontra depois de 2 horas, e de dentro do carro, olha para a orelha e diz: 
- Você esta frita! - Ele começa a atirar, mas a orelha não morre... - Como você não morreu?
     Logo em seguida, começa a chover e a orelha começa a desmanchar. Desse movo ele descobre que ela vulnerável a água e depois de alguns minutos na chuva, ela morre. 


AUTORES: Cassius Gaio, Yan, Tiago e Yago Menezes. 
Twitter: @YagoMenezes14 

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Sonhos de Isabela - PARTE 8

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-julietta.html   
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-isabela-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-isabela-parte-3.html
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-isabela-parte-4.html
PARTE 5: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-isabela-parte-5.html
PARTE 6: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-isabela-parte-6.html
PARTE 7: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-isabela-parte-7.html

- Hã? - Isabela fica surpresa.
- Isso mesmo... Você está gostando do novo trabalho? - Rachel começa com sua risada malvada. - Você achou mesmo que tinha sido convidada para uma SUPER escola de dança? - E Isabela escuta mais risadas ao fundo. 
- Por que você fez isso comigo? Nós somos amigas desde a sexta série! - Lágrimas começam a escorrer pelo rosto de Isa. 
- Simplesmente porque eu odeio você... Sempre teve os olhares de todos os garotos, é bonita e dança melhor que eu.
- Mas como? A gente sempre teve ótimos momentos como melhores amigas!
- Ótimos momentos? - Rachel diz em tom de sarcasmo - Você não se lembra de quando éramos da terceira serie né?
        E naquele exato momento passou pela cabeça de Isabela todas as coisas que ela e Rachel passaram antes de ficarem amigas.


AUTORA: Victoria Wolter 

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E o respeito? - PARTE 7

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/e-o-respeito.html
PARTE 2: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/e-o-respeito-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/e-o-respeito-parte-3.html
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/e-o-respeito-parte-4.html
PARTE 5: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/e-o-respeito-parte-5.html
PARTE 6: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/e-o-respeito-parte-6.html

      Chegamos rapidamente no hospital. Ele foi conduzido à sala de cirurgia e eu fiquei na espera. Não demorou muito e ele, ainda na maca, com os enfermeiros passaram correndo por mim. Gritaram de forma desesperadora:
- Os cirurgiões não vieram, vamos transferi-lo!
      Corri, acompanhando-os até a ambulância novamente. Mas a sua situação, que antes parecia controlada, agora estava muito ruim e pelo que eu entendi, o próximo hospital não era perto, talvez nem mesmo na cidade. O sangramento aumentava a cada segundo e sua aparência ficava mais fúnebre.
        Entrei em desespero, até porque tudo aquilo era minha culpa, não podia deixá-lo ir dessa forma, não iria me desculpar nunca mais. Foi quando resolvi eu mesmo fazer a operação. Não liguei para nada nem ninguém a minha volta. Mas obviamente fui interrompido:
- Pare! Pare! Você vai piorar a situação dele!
- Não posso deixá-lo morrer! - Gritei já muito exaltado.
        Mas minha mente estava tão decidida em resolver aquilo, que nem percebi quando a ambulância parou no meio da rodovia e me tiraram a força do automóvel.

AUTORA: Mariana Ferreira 

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A grande chance - PARTE 5

PARTE 1: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-grande-chance.html
PARTE 2: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-grande-chance-parte-2.html
PARTE 3: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-grande-chance-parte-3.html
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-grande-chance-parte-4.html

       Após lembrar disso, Camila se acalmou. Era preciso foco no que realmente importava. E assim, as provas foram entregues e todos começaram a fazer. Camila leu todas as instruções cautelosamente e realizou a prova. Após terminá-la, entregou ao fiscal e saiu.

      Saindo do seu local de prova, ela pensava em milhões de coisas: teria se saído bem? Conseguiria um bom resultado? Enquanto pensava, seu celular tocou, era sua mãe perguntando se tudo havia ocorrido bem na prova. Camila respondeu que sim e que a vida delas iria mudar com certeza dali pra frente. Sua mãe desligou o celular feliz, pois acreditava muito no potencial de sua filha, e agora, estava orgulhosa pela sua confiança. 
       Ao desligar, Camila se sentiu mal por ter mentido para sua mãe, afinal, ela realmente não sabia se tinha ido bem ou não na prova. As questões estavam difíceis, mas ela havia feito todas com muita calma e pensando bem em todas elas. Ela precisava incentivar a mãe, dar uma esperança. Ela era a única que poderia mudar a situação de sua família, e mesmo que se essa prova não desse o resultado que ela esperava, ela não desistiria nunca!
       Assim, Camila voltou para a casa de sua tia, esperançosa e repleta de fé. No fundo, ela sabia que poderia fazer qualquer coisa, se acreditasse.


AUTOR: Ricardo Titonelli 

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Saída de Emergência - PARTE 6

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/saida-de-emergencia.html
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/saida-de-emergencia-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/saida-de-emergencia-parte-3.html
PARTE 4: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/saida-de-emergencia-parte-4.html
PARTE 5: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/saida-de-emergencia-parte-5.html


-Erik! - Nossa, senti um alivio tão grande por encontrar alguém conhecido. Ainda mais Erik, uma pessoa que me protege a tanto tempo e estava ali na minha frente naquele momento de terror tão grande.
-Clara! O que você faz por aqui? Está tarde! - Ele falou com uma feição preocupada.
    Por um estante pensei em não desabafar e manter tudo em segredo, porem não achei justo com ele e nem comigo e desatei a falar.
-Erik, você não vai acreditar. Eu estava gostando de um cara que eu vinha conhecendo, só que agora eu acabei de descobrir que ele é um louco. Bateu no meu melhor amigo por ciúmes, e agora provavelmente está atrás de mim.
    Não queria olhar para trás ao terminar minhas últimas palavras. Porém não hesitei. A rua estava vazia, apenas alguns carros passavam, as luzes das lojas que já estavam fechadas clareavam a noite junto com a grande lua, que no céu brilhava.
- Clara do que você está falando? Você deve estar muito cansada...Vem, vou levá-la para casa.- Disse ele pegando em meu braço e me fazendo ir com ele.
     Comecei a sentir uma dor de cabeça que me incomodava. Tentei visualizar Erik e olhar nos fundos de seus olhos, porém os olhos dele admiravam o horizonte e suas mãos continuavam cravadas em mim. Vi o carro de Erik na minha frente, minha vista não parava de escurecer. Senti que ia desmaiar e cai nos braços de Erik.
     Uma luz artificial cegava meus olhos e ao desviar vi Erik sentado na cadeira do quarto azul. Estava no hospital? Confesso que a gentileza e a preocupação de Erik me deixaram enfeitiçada. Seus olhos azuis e seus cabelos levemente encaracolados faziam qualquer garota suspirar.
      Ele levantou e com seu rosto angelical disse:
-Você esta péssima.- E eu queria urgentemente um espelho, e fiquei procurando no quarto algo que me refletisse. Mas nada achei.
-Obrigada por tudo - Disse agradecida.
-Vou ter que fazer umas coisas agora, mais daqui a pouco eu volto para ver como esta minha paciente. Tente não sair do quarto.- Ele disse saindo pela porta á fora.
       Ao ficar sozinha meus pensamentos começaram a borbulhar e as ideias de quem era o verdadeiro Rodrigo explodiam em minha mente. Como ele foi capaz de bater no meu melhor amigo? Lembrei que caio ainda estava no hospital. Decidi desobedecer Erik e ir visitá-lo.
- Clara, eu preciso falar com você... - Caio estava com uma voz rouca e tropeçando nas palavras.
- Calma, você não pode falar muito.
- Clara, quando eu fui na casa do Rodrigo vigiá-lo... Eu só fui porque estava preocupado com você.
      Tentei abrir a minha boca para falar que já sabia de tudo mas de nada valeu.
- Mas não encontrei nada. Saí de lá disposto a falar com você que aceitava o seu namoro com Rodrigo. Só que quando eu cheguei na sua casa eu vi sua mãe beijando o seu médico... o Erik. - Ele disse
      Eu pensei: Não podia ser! Caio só poderia estar enganado. Como minha mãe estaria com Erik?
- Não se espante. Isso não é o pior Clara... O pior é que eles estão armando pra você... Os remédios que Erik te receita são para o seu mal. Tudo para matar você. A sua mãe quer a sua herança Clara.
- O que?! Caio, você está maluco! É da minha mãe que você está falando.
- Clara, para o seu bem. Você precisa acreditar em mim.
     Após ouvir a toda aquela nojeira sai do quarto enfurecida, irritada o bastante para terminar minha amizade com Caio. Como ele poderia falar uma coisa daquela da minha mãe?! Sem saber por onde andava entrei em uma sala repleta de cortinas transparente. A sala era bem grande e um tanto escura. Preferi andar mais um pouco para ver se achava uma saída.
     No entanto eis que vejo a pior coisa que eu poderia ver: Minha mãe e Erik aos beijos em cima de uma maca. Fazendo declarações de amor um ao a outro. Aquela cena em minha frente me deu vontade de vomitar.
     Então tudo que Caio falou era verdade... minha própria mãe queria o meu mal, minha morte, por causa de uma herança, como ela poderia!? Eu queria xingar eles, ferir eles de alguma forma, mas era melhor não. Se eles tentavam me matar imagina o que fariam comigo naquela sala.
     Decidi sair sem que ninguém me visse e fui andando de costas. Ao sair senti uma coisa fria esbarrar em minhas mãos e quando dei por mim uma mesinha de matal caia no chão, revelando minha presença. Os olhos de minha mãe e de Erik focaram em mim e o medo tomou conta de mim e corri como se minha vida dependesse disso e de alguma forma eu sabia que ela dependia.
     Ao virar o corredor encontro-me com Rodrigo e sinto como se... não sei explicar como me senti naquele momento só sabia que se tivesse que morrer ali, morreria feliz ao lado de Rodrigo.
- Vamos, vamos, corra! - disse a ele antes dele começar a falar.
    Vimos uma placa de saída de emergência, subimos uma escada e em um minuto estávamos no último andar do hospital. Ao ver o céu estrelado e sem ter para onde fugir, abracei Rodrigo e o beijei, o primeiro e provavelmente o último beijo, meu desejo era que tudo parasse e que por apenas alguns segundos pudéssemos aproveitar aquele momento. Mas não. O tempo não parou.

AUTOR: Gabriel Silva

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O assassinato - PARTE 7

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato.html
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato-parte-3.html
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato-parte-4.html
PARTE 5: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato-parte-5.html
PARTE 6: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato-parte-6.html

        Respirei fundo e voltei pedindo desculpas para Gustavo que me olhava preocupado e insistindo que deveria me deixar em casa, mas não permiti. Virei as costas e me retirei daquele lugar. Precisava relaxar um pouco, porém decidi ir para casa descansar.
        Ao entrar no prédio, fui deparada com a imagem de alguns policiais que esperavam pela minha chegada. Ao me avistarem, declararam minha prisão por envenenamento. Era impossível! Eu nunca mataria o amor da minha vida. Comecei a gritar:
- Não é verdade! Eu nunca faria isto, não com ele! – Chorei desesperadamente.
- Quieta senhorita. Tudo que dizeres será usado contra você.
        Fomos para a delegacia e eu não acreditava no que estava acontecendo. Meus pensamentos fluíam e eu chorava mais ainda, mas fui obrigada a me acalmar. Chamei meu advogado e depois de alguns procedimentos a ida para o tribunal já estava agendado.
        O dia da decisão chegou e eu estava acabada tanto fisicamente quanto mentalmente, porém eu tinha esperanças... engano meu, fui condenada e eu queria me matar. Voltei para cela sem ter mais o que fazer da vida.
        Marcus veio me visitar. Mal cheguei na sala e ele falou:
- Não foi desta vez.
        Sem entender absolutamente nada, perguntei:
- O que você quer dizer com isto?
- Nada cunhadinha... Só que a sorte não está contigo, não é mesmo? – Ele deu um sorriso malicioso e se levantou para sair. Chamei-o antes:
- Espere! – Ele se virou com um ar irritado: - O que tinha naquela fotografia?
Ele se aproximou falando baixinho:
- O veneno que você usou para matar o meu irmão.
- Juro que não o matei, é mentira! – Minha voz saiu sufocada.
- Na verdade, é o que acham, porém nosso trabalho foi perfeito. – Seus olhos brilhavam de vitória.
- Nosso? Você e mais quem? – Me exaltei: - Conte-me tudo. – Me levantei e comecei a bater nele exigindo respostas.
        Ele ria da minha reação, mas quando a guarda entrou ele começou a chorar e dizer:
- Primeiro o meu irmão morre e agora minha adorável cunhada enlouquece. Leve-a daqui, por favor.
        Fui arrastada enquanto gritava:
- Não ficará assim Marcos... Todos saberão a verdade!

AUTORA: Juliana Loureiro
Twitter: @thatsosimple

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Memories - PARTE 6

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/memories.html
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/memories-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/memories-parte-3.html
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/memories-parte-4.html
PARTE 5: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/memories-parte-5.html

      Harry já estava cansado de nada fazer, de suas dúvidas ficarem apenas em sua mente, e isso já estava o sufocando. Decidido a esclarecer os fatos encontrados no diário de sua amada, ele resolveu ir atrás de Sophia.
Harry foi descer a escada e deixou o diário cair no chão, a página que se abriu foi justo a do dia em que eles
comemorariam 2 anos de namoro, que seria amanhã, e sua amada já havia escrito "sei que de qualquer forma e em qualquer lugar hoje o dia será perfeito".
       Aquela pequena e forte frase fez Harry se entristecer mais ainda, e seu ódio aumentava a cada segundo que se passava. Ele então resolveu pedir a alguns amigos da faculdade o endereço de Sophia, ele estava realmente decidido a esclarecer tudo, porém ninguém tinha endereço de Sophia, e isso já estava soando para Harry que se ela queria se esconder é porque de algo ela fugia.
       Sua mente já estava confusa e sua raiva tomava conta do seu corpo, o silêncio já havia se tornado seu amigo. Harry não vivia mais para si, ele vivia se baseando na sua vingança e sentia como se devesse isso a Emma,como se fosse sua obrigação. Mas, no fundo ele também sabia que ela sempre foi uma pessoa doce, amiga, e que ela só iria querer que ele ficasse bem, que deixasse isso para os policiais cuidarem, pois ela só iria querer o seu bem. Seu silêncio foi interrompido por sua mãe, que há dias já estava preocupada com seu comportamento frio e agressivo com o mundo. 
       Decidida a ajudar seu filho, dona Victorya tinha medo que seu filho entrasse em depressão, assim o chamou para viajar para a casa de praia que eles tinham em Lamber, desse modo Harry poderia descansar e se afastar da cidade que o fazia lembrar a todo momento de Emma. Para a surpresa de Victorya, ele aceitou, sem contestar nada, e ainda disse que queria ir logo pela manhã do dia seguinte. Harry, na verdade só queria ir para lá pra poder encaixar todos os pedaços da história, pois ele queria que quando voltasse para sua cidade, tivesse tudo para incriminar de vez o assassino do seu amor.
         Harry e seus pais partiram logo pela manhã, e na estrada ele já pensava no dia que hoje representava, ele faria 2 anos com Emma, que para ele eram os dois anos mais felizes da vida dele. Lágrimas começaram a deslizar sobre seu rosto ao lembrar dos lugares e do que eles faziam juntos quando comemoravam mais um mês de namoro, para ele seriam comemorados anos e mais anos e era isso que mais o machucava, ele não queria de modo nenhum aceitar que sua vida agora seria sem aquela pequena menina loira, com sorriso que a quilômetros qualquer um conseguia enxergar, simpática e amorosa, que ele tanto amava.
         Ao chegar em sua casa de praia, ele relembrou a primeira vez que levou Emma lá, que eles até discutiram por bobeira e ele pensou que não deveria ter perdido minutos com ela brigando e sim fazendo ela sorrir, mas suas brigas eram muito raras, e ele sabia, tinha a certeza, que o tempo em que ele esteve com ela, ele a fez muito feliz.
        Sua mãe o vendo parado em frente a casa, respirou fundo e com um sorriso mostrou ao filho como a árvore que ele e Emma haviam plantado no jardim já estava grande, foi então que Harry depois de muito tempo sorriu, um sorriso sincero porém pequeno, lembrando da cena dele e sua amada plantando a árvore e dela dizendo que era o primeiro fruto do amor deles. Mal eles sabiam que era o primeiro e o último fruto daquele amor.


AUTOR: Yam Mello

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O assassinato - PARTE 6

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato.html
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato-parte-3.html
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato-parte-4.html
PARTE 5: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato-parte-5.html

       Marcos começou a chorar e percebi que falavam de uma foto, provavelmente a que Felipe deixava na sua estante. Era uma foto antiga da família, aonde se encontravam todos num sitio, lembro com clareza dele me contando essa  história, era como se ele mudasse seu jeito por completo quando lembrava do passado da família . Isso definitivamente era algo que não gostava de recordar, e muito menos compartilhar, e eles poucos minutos depois saíram da casa  .
      Senti minha pulsação aumentar, iam passando mil coisas na minha cabeça, comecei a passar mal novamente e tentei me concentrar na minha respiração. Isso tão pouco funcionou, lembrei de Felipe e chorei como se não fosse passar essa dor  de perde-lo, e a agonia crescia  ainda mais de não saber o que ocorrera com ele .
       Andando pela casa, eu definitivamente não queria mais estar ali , o funeral seria na manhã seguinte e eu não estava preparada para isso, me questionava todo tempo pensando como seria a ultima vez que eu realmente o veria. Lembrar que a ultima conversa que tivemos foi praticamente uma briga aonde desejei sua morte, fazia com que eu me sentisse com uma carga negativa imensamente pesada sobre mim . Fui para casa e antes de dormir liguei para meu chefe, meu médico me passou atestado de 3 dias, logo não tinha com que me preocupar  .
      Acordei muito cedo, me sentia anestesiada, e olhando pela janela do quarto observava o céu e edifícios altos da minha vizinhança. Estava um dia nublado, e parecia que tinham jogado um pote com pó cinza pelo horizonte. Peguei um táxi e fui até o local aonde ocorreria o funeral. Eram poucas pessoas, a família morava longe, logo foram poucos que estiveram presentes. Foram também alguns amigos da universidade, conhecidos do trabalho, mas nada de mais .
      O ambiente era tranqüilo, mas não parecia que a paz estava ali , toda aquela tristeza e lágrimas deixavam um fluido desagradável, e ver Felipe pela ultima vez foi a maior dor que já senti, apesar dos pesares ele sempre foi o homem da minha vida .
       Depois de algumas horas fomos para o enterro, muitos discursos e despedidas... fui uma das ultimas a sair de lá, e quando estava caminhando para os portões do cemitério, senti uma mão no meu ombro, uma mão que por sinal masculina, estranhei e virei assustada, e era Gustavo. Gustavo era um amigo de Felipe, eles se conheciam desde a  infância. Ele me perguntou se eu estava bem  e me chamou para conversar após o dia cansativo que ambos tivemos. Fomos para uma lanchonete perto de casa, aonde pedimos um café e falamos sobre momentos antigos. Durante a conversa sentia uma agonia muito grande , parecia que tinha alguém a mais ali conosco, mas já era tarde e olhando em volta  só vi o Dona Marcela do 304 que vendia doces e uma família. Gustavo cismou que queria me deixar em casa, e durante esse momento que ele tentava me convencer observei uma imagem estranha do lado de fora , parecia com Felipe e isso me deixou extremamente eufórica e tensa... então saí depressa e o deixei falando sozinho .
      Quando cheguei perto daquela imagem, ela simplesmente desapareceu e surgiu então uma lembrança: uma tarde quente aonde estávamos sentados no banco, e Felipe me dizia que eu não deveria confiar em ninguém , que coisas estranhas andavam acontecendo e iam querer se aproximar de mim. Eu sempre pensava que era bobagem dele, mas agora isso me assustava .

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Em busca de um sonho - PARTE 4

PARTE 1: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/em-busca-de-um-sonho.html
PARTE 2: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/em-busca-de-um-sonho-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/em-busca-de-um-sonho-parte-3.html

      Sarah, durante dias e noites passou de mãos dadas com a solidão. E como se já não bastasse isso, ela ainda teria de passar por mais uma decepção, que seria a morte de um amigo muito especial chamado Kevin. O mundo dela acabaria de existir ali.
      Ela não admitia mais ter que viver naquelas circunstâncias de dias e noites monótonas, sem surpresas, sem desejos, alegrias, sem vida, porém não via saída para seu tormento. Tentou continuar com sua carreira mas já não se satisfazia com aquilo. Nada mais lhe agradava, a não ser algo temporário que iria descobrir brevemente.
     Sem pé e nem cabeça no mundo, na vida e em si mesma, Sarah passou a fazer amizades com pessoas que ignoram a vida regrada e seguiam seus instintos. Procurou então algo que lhe fizesse esquecer de tudo o que há no mundo e começasse a viver seu próprio mundo de desejos e prazeres, portanto começou a usar drogas já que aquilo matava a sede de sua adrenalina, a sede de viver por prazeres. 


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E o respeito? - PARTE 6

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/e-o-respeito.html
PARTE 2: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/e-o-respeito-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/e-o-respeito-parte-3.html
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/e-o-respeito-parte-4.html
PARTE 5: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/e-o-respeito-parte-5.html

     Percebendo que não conseguiria sair daquela situação, comecei a retirar meu celular do bolso para entregar aos ladrões. Foi quando de repente ouço em grito:
- EI, VOCÊS DOIS! O QUE ESTÃO FAZENDO?
     Era ele, e por um momento achei que estava salvo, por um momento achei que não aconteceria nada... mas eu estava errado, o bandido, com medo e pelo susto que tomou com o grito, virou rápido, atirou nele e fugiu. Fui até ele e vi que o tiro tinha pego em sua barriga e sangrava muito, tentei parar o sangramento com a mão, quando o ouvi dizer quase sussurrando:
- Não me deixe aqui.
- Claro que não. - Respondi rapidamente e com as mãos cheias de sangue peguei meu celular e liguei para a emergência.
      Fiquei ali, com as mãos no ferimento, esperando a ambulância, por cerca de meia hora. Eu sabia que ele não morreriam, mas estava muito preocupado pois ele me disse que não sentia as pernas.
      Já cansado de esperar, ouço de longe as sirenes. Chegando ao local os médicos nos levaram, eu disse que era seu irmão para poder ir junto com ele dentro da ambulância, já havia prometido que não o deixaria.

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A pessoa certa na hora errada - PARTE 2

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-pessoa-certa-na-hora-errada_20.html

     Alexia presenciou a cena do beijo de seu namorado com sua melhor amiga, e inúmeros pensamentos se passaram pela sua cabeça. Ela não podia acreditar que isto estava acontecendo, pois ela o amava demais, porém não poderia deixar isso passar em branco, ele teria que sofrer uma conseqüência, e ela era a única que sabia do lado ‘negro’ de Danilo.
     No dia seguinte, ela foi tirar satisfações com Danilo e o chantageou , ameaçando contar para sua família e a polícia que ele teria matado seu irmão mais novo em um surto esquizofrênico, apenas Alexia sabia desse detalhe que podia ser crucial na vida dele, mas o mesmo não pensou duas vezes em dar fim em sua namorada que no momento se encontrava completamente alcoolizada.
     Não demorou muito Mariana se aproximou do casal, que se encontravam no prédio que tinham acabado de comprar, com intenção de se desculpar pelo acontecido na noite passada, mas o encontro não foi bem sucedido. Alexia se descontrolou e partiu para cima de sua melhor amiga, no caso, ex melhor amiga, que no gesto de se proteger acabou empurrando-a pela janela do apartamento.


AUTORA: Anna Clara

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Sonhos de Isabela - PARTE 7

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-julietta.html  
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-isabela-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-isabela-parte-3.html
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-isabela-parte-4.html
PARTE 5: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-isabela-parte-5.html
PARTE 6: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-isabela-parte-6.html

      Isabela fica sem entender nada e muito apreensiva, pois começa a lembrar de sua família e pensa que podem fazer algum mal a sua família. Isa fica intrigada e muito pensativa, mas o sono era mais forte e ela então adormece. Não muito tempo depois o telefone volta a tocar, só que dessa vez Isabela esquece de colocar para vibrar e todas as meninas acordam, com isso Isabela fica sem reação, mas não pensa duas vezes e atende o telefone e ouve uma voz grossa:
- Faça seu trabalho de acordo com que lhe mandam, pois se não, pessoas sofrerão.
       Isabela fica completamente desesperada, pois lhe passa milhões de coisas em sua cabeça. As meninas veem que Isabela fica completamente pálida e lhe perguntam o que havia acontecido, mas Isabela não consegue falar de tanto soluçar de chorar, as meninas então decidem acalma-la. Isabela se acalma, mas nessa hora chegam os capangas exigindo que ela se arrume e lhe acompanhe que ela iria trabalhar.
        Ao fim de seu expediente, Isabela começa a lembrar de sua família e seus amigos e arrepende-se de ter aceitado esse convite ingrato. Lembra-se de Rachel e se pergunta se ela estaria sentindo sua falta. À noite Isabela não é cogitada para ir trabalhar, pois já havia feito seu ponto durante o dia. Por volta de meia-noite, Isabela volta a receber um tefonema e escuta:
- Está fazendo seu trabalho? - Era a voz de Rachel.

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A convivência - PARTE 7

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia.html
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia-parte-3.html
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia-parte-4.html
PARTE 5: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia-parte-5.html
PARTE 6: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia-parte-6.html

        Manu acordou em uma espécie de porão, que estava escuro com apenas uma pequena luz ao fundo e fétido. Ao fundo escutou uma voz que dizia:
- Até que enfim que a mocinha acordou!
        Manu achou a voz um tanto quanto familiar, porém devido ao desmaio estava ainda sem forças. Foi então que se virou para o lado e em meio à escuridão encontrou um copo com água e um pão. A jovem ficou um pouco receosa de se alimentar, mas como estava faminta não exitou. Logo depois de se alimentar, recobrou a consciência por completo e seu sequestrador se apresentou.
        Para sua surpresa, o sequestrador era o jovem que havia se aproximado dela logo após Luan ter se acidentado: Abigobaldo. Manu logo questionou Abigobaldo sobre o motivo pelo qual ele havia a sequestrado. Ele afirmou com clareza que se ela não fosse dele não seria de mais ninguém. Manu reagiu e disse em um tão seco:
- Eu nunca serei sua e também nunca lhe dei esperanças.
 O sequestrador indagou Manu da seguinte forma:
 - Você se lembra do dia em que Luan foi atropelado?
Ela respondeu:
- Sim, como poderia me esquecer daquele dia.
- Pois então você ficou sabendo que quem atropelou seu amiguinho não prestou socorro, não é mesmo? -Abigobaldo disse.
-Claro que soube quem o matou foi um covarde e deveria estar atrás das grades.- Manu respondeu.
         Foi então que Manu escutou uma coisa que preferia jamais ter ouvido da boca de Abigobaldo:
- Este covarde sou eu. Matei Luan e não me arrependo de nada. Ele sempre foi à criança perfeitinha da família e eu sempre era desprezado pelos meus pais. Quando completei dez anos tive uma forte briga com meu irmãozinho querido e acabei fazendo com que ele sofresse uma grave lesão na coluna. Foi então, que meus pais me mandaram para aquele fim de mundo, para morar com os meus avós que viviam me explorando. A partir desta epóca, decidi que tiraria tudo que Luan mais gostava: A vida e posteriormente você.
         Manu ficou perplexa, não conseguia parar de imaginar em como pode ter sido tão tola na hora de acreditar nas mentiras de Abigobaldo. Manu respondeu a Abigobaldo da seguinte forma:
- Agora que Luan morreu porque ainda me persegue?
Abigobaldo então respondeu:
-Porque enquanto estava colocando meu plano de vingança em prática, me apaixonei perdidamente por você. Como já sei que você não ficará jamais comigo, lhe afirmo apenas que chegou a sua hora.
Logo em seguida, foram escutados ruídos e gritos vindos de dentro do porão.

AUTORA: Mary Zanin

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Pertencer

      Ninguém nunca me entendeu muito bem. Talvez não tenham tido tempo para tal. Eu sempre fui aquele tipo de pessoa estereotipada, aquela que quase todos, não importa para onde eu vá, chamam de rica e estranha. Meu nome é Carly, tenho 16 anos e atualmente moro em Charlotte (a cidade mais populosa da Carolina do Norte, nos Estados Unidos). Eu falei "atualmente moro" porque eu sempre me mudo, nunca pertenço. E quando eu digo sempre, é sempre mesmo, mas não desde sempre. Isso começou quando eu tinha apenas 7 anos, e a minha adorada mãe morreu em um assalto a um super mercado enquanto fazia compras em Back Bay, o bairro onde morávamos em Boston, que na minha opinião, é o bairro mais bonito e nobre daquela cidade.
     Depois disso tudo mudou. Meu pai, que desde aquela época era vice-presidente de uma rede de fast food super importante no país, resolveu se mudar, para que eu não crescesse em um lugar que carregaria a sombra da minha mãe para sempre. Desde então ele virou o tipo de um "super supervisor", que passa um determinado tempo em estado para verificar se está tudo funcionando bem e o que pode ser feito para melhorar.
     Naquela época foi muito difícil para mim, eu tinha acabado de perder minha mãe, e em menos de um mês perdi todos os meus colegas de escola, e minha melhor amiga Alice também. Para uma criança isso foi muito difícil de entender e aceitar, mas como não tinha vontade própria, ia seguindo meu pai para onde quer que ele fosse. Nesses 9 anos que se passaram, vivemos em lugares muito diferentes. A primeira parada foi a Califórnia, o litoral do pacífico, contrário ao de Massachusetts onde morávamos. Na Califórnia moramos em San Diego, um lugar que deixou saudade e que me recebeu de braços abertos, lá fiz alguns colegas, mas nada muito duradouro, afinal vivemos lá apenas um ano e meio.
       Depois da Califórnia moramos em Austin, (no Texas, o estado da estrela solitária) e lá vivemos por pouco mais de dois anos. Foi em Austin que eu aprendi que as pessoas poderiam ser ruins. Quando cheguei lá, com praticamente 9 anos de idade, sem mãe e com um pai que quase nunca aparecia, as outras crianças começaram a me tratar de maneira diferente. Elas até se aproximavam de mim, e eu cheguei a participar de algumas brincadeiras, mas não era igual. Eu era um tipo de E.T., alguém que elas queriam conhecer, mas tinham medo de chegar perto demais. Eu sempre tive tudo o que quis (em aspectos materiais, é claro), mas nem por isso me considero uma pessoa feliz. A única coisa realmente boa que eu lembro daquele lugar é o Mike, um menino engraçado e gordinho da minha turma na escola, que mesmo sem a autorização dos pais, às vezes passava na minha casa para me visitar e me levava a lição quando eu ficava doente.
       Mas essa linda amizade acabou no exato momento em que meu pai (em apenas uma semana) resolveu se mudar de novo, e dessa vez fomos para Lima, Ohio. Naquela pacata cidade fiz dois amigos, Samantha e Eric, que assim como eu também eram um pouco excluídos da turma. Samantha era uma menina ruiva e muito baixinha, alguns achavam que ela era uma bruxa, outros um tipo de gnomo, por isso poucos eram os que falavam com ela. Já Eric era excluído por ser muito pobre e andar com roupas extremamente gastas, o que fazia com que os outros não quisessem aparecer ao lado dele. Esses dois amigos, que eu fiz no período de quase dois anos que passei em Lima, são os únicos que eu tenho contato até hoje. A amizade não é mais a mesma, é lógico, mas eu sei que com eles eu posso contar.
       De Ohio fomos para Las Vegas, em Nevada, e eu odiei aquele lugar. Odiei tanto que fiz meu pai sair dali em menos de um ano. Definitivamente não estava dando para mim, aquelas pessoas não escutavam, os adolescentes de 14 anos de idade com hormônios pulando de um lado para o outro eram cruéis. Eles julgavam, reclamavam, não entendiam como eu poderia ser desse jeito mesmo tendo tanto dinheiro. As meninas populares olhavam para mim como se eu não tivesse salvação... como é que eu poderia estar reclamando de ter uma casa enorme só para mim e a governanta? Como eu poderia ficar chateada com o meu pai quase não estar em casa? Esse é o sonho de todo adolescente, não é? E tudo piorou depois da festa que elas fizeram na minha casa sem o meu consentimento... meu pai voltou de Elko na mesma hora, e me flagrou com todos os supostos amigos fazendo o que quisessem dentro da nossa casa. Aquele foi o fim.
     De Las Vegas fomos para mais duas cidades, mas ficamos tão pouco tempo por lá, que nem vale a pena mencionar quais. E agora estou eu em Charlotte há apenas 9 dias, tentando me acostumar com mais uma nova casa, e com um desafio maior ainda: sair desse meu estereótipo amanhã, tentar fazer novos amigos e pertencer, eu quero é me encaixar. Porque amanhã? Bem, amanhã é o primeiro dia do ano letivo.

AUTORA: Camille Delduque 
Twitter: @MilleDelduque

PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/10/pertencer-parte-2.html

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