Tecnologia do Blogger.
RSS

Um amor impossível

      Jennifer era uma garota comum que sempre fora apaixonada por um garoto de sua escola chamado Johnny. Por mais que gostasse dele, ela mal conseguia falar com ele e sabia que jamais iria tê-lo. O pior de tudo isso é que seu coração, que estava fortemente ligado ao desejo da paixão, não conseguia esquecê-lo.
      Certo dia então sua melhor amiga Layla, cansada de ver Jennifer sofrer por amar tanto Johnny, resolveu tomar uma atitude e foi falar com ele. No dia seguinte, Johnny inesperadamente chamou Jennifer no pátio, olhou em seus olhos, a puxou para perto de si e a beijou.
- Eu te amo. - Disse Johnny sussurrando no ouvido de Jennifer.
      A garota ficou muito emocionada e confusa, e logo pensou que era uma armação de sua amiga. E quando soube que Layla havia falado com ele no dia anterior, não teve dúvidas e disse:
- Eu posso te amar mais do que tudo, mas eu jamais vou forçá-lo a ficar com alguém que você não ama de verdade. Você não precisa fazer isso, eu sei que a Layla falou com você.
- Sua amiga me contou que você gostava de mim, e eu sempre gostei de você, só que eu achava que você não queria ficar comigo, por isso não falava com você. - Ele disse, tranquilizando-a.
      E assim, graças a força do amor e a ajuda da amiga Layla, os dois puderam ver que se amavam mais do que tudo, e ficaram juntos. Essa é a verdadeira prova de que não existe nenhum amor impossível no mundo.


AUTORAS: Erika Piergentili e Tainá Moreira.

  • Digg
  • Del.icio.us
  • StumbleUpon
  • Reddit
  • RSS

A flor da meia noite

      Já era quase meia noite em Paris quando Isabelle estava voltando para casa depois de um longo dia de faculdade. As ruas estavam bastante desertas, e de repente ela sentiu algo vindo em sua direção, mas quando olhou para trás percebeu que era apenas a sua sombra.
      Chegando em casa finalmente, estava tudo silencioso e ela começou a se perguntar onde estaria sua mãe, e gritou:
- Mãe? Onde você está?
      Porém a mãe nada respondeu, e a única coisa que ela conseguia ouvir era o silêncio e o leve tom de preocupação. Ela foi caminhando pela casa, e ao chegar na sala viu sangue no chão. Por mais que ela não estivesse muito acostumada a ver sangue, este parecia diferente: era preto e escuro.
      O medo crescia dentro dela, e ao dar mais alguns passos, o telefone tocou. Ela tentou ver quem era, mas o número era desconhecido e ela teve que atender.
- Alô? - Disse ela com um leve tremor na voz.
- Se você quiser ver sua mãe mais uma vez na vida, siga estas instruções e venha buscá-la. - Uma voz grossa e macabra disse, enquanto Isabelle imaginava o que poderia ter acontecido com sua querida mãe.

AUTORAS: Julia Grangeia Moraes e Barbara Paiva

  • Digg
  • Del.icio.us
  • StumbleUpon
  • Reddit
  • RSS

A viagem mágica

     Era uma vez, uma pequena menina que era viciada em assistir TV, principalmente em ver noticiário. Certo dia, ela magicamente se encantou pela informação e acabou dentro da televisão. 

AUTORA: Ana Luisa
     Usando seu controle mágico, ela fez uma viagem por diferentes épocas e lugares e por inúmeros canais da TV a cabo. A menina viu que o controle tinha detalhes como pausar e avançar, mas mal ele sabia que seu controle servia tanto para a TV quanto para o mundo real, e ela também podia avançar e retroceder o tempo. Ela viveu então muitas aventuras por diferentes canais durante bastante tempo.
AUTOR: Victor Luis
     Até que ela foi para um canal de filmes, e nele estava passando um filme de aventura - que era o favorito dela- e esse flime se passava uma selva. Nessa selva haviam muitos animais espertos, que com sua inteligência roubaram o controle da mão dela. A menina ficou desesperada para encontrar uma saída daquele lugar e não sabia o que fazer. Foi aí que ela caiu em um penhasco e minutos depois acordou intacta em seu sofá, onde tinha adormecido e tido esse sonho maluco.
AUTOR: Nicolas Vycas 

  • Digg
  • Del.icio.us
  • StumbleUpon
  • Reddit
  • RSS

Pertencer - Parte 3


     Passaram cerca de dez segundos após eu ouvir a pergunta dele, e mesmo assim não consegui responder nada. Aqueles olhos e aquele sorriso estavam me deixando estasiada, e eu quase viajei para o mundo só meu dentro de minha mente. Só depois de todo esse tempo realmente processei a pergunta, e o meu cérebro me lembrou que de acordo com a boa educação que recebi, eu deveria respondê-la.  Enquanto eu pensava em todas essas coisas, Michael ficava me olhando com uma expressão meio confusa, do tipo: "será que ela é surda?" ou "você realmente não vai responder nada?", e para acabar logo com isso o respondi. 
- Ah sim, sou nova. E a propósito, meu nome é Carly. - Eu disse com um sorriso amarelo, tentando fazer com que os dez segundos de silêncio não marcassem a primeira impressão que eu passo. 
- Então, você estudava onde? Na WED? - Disse ele, logo em seguida. 
- Bem,  eu nem sei o WED significa pra falar a verdade. - Dei uma risadinha. Será que eu pareço muito burra por não saber o que é WED? Decidi ignorar o fato e continuar com a conversa.- Eu não morava em Charlotte, estou aqui há apenas dez dias. 
- Jura? E está gostando da cidade? - Ele perguntou, se esquecendo de que eu não sabia o que aquela sigla significava. 
- Acho que sim... na verdade não conheço muito a cidade. Passei a maior parte do tempo organizando as coisas da mudança e também da escola. - Eu disse um pouco desapontada, afinal, só ali eu havia percebido que fiquei trancada em casa durante esses dez dias. 
- Ah, aos poucos você conhece, e aposto que vai gostar. Aqui tem bastante coisa bacana! Quem sabe um dia eu te mostro. - Ele disse com aquele sorriso de novo, extremamente amigável e prestativo. 
- Seria ótimo! - Eu sorri de volta. Ele não parecia ser um cara ruim... na verdade, ele parecia ser ótimo. Ele era alto, mas não como aqueles jogadores de basquete e também não era forte como um verdadeiro atleta, mas talvez fizesse parte de algum clube ou time. Ele era bonito, e seus cabelos escuros levemente cacheados estavam bem cortados, contornando perfeitamente seu rosto, o que realçava ainda mais seus olhos cor de mel. Droga! Lá estou eu de novo, dez segundos parada olhando para ele, com um sorriso no rosto. Eu preciso parar de fazer isso, caso contrário irei assustá-lo. 
    Por sorte no momento em que me dei conta que deveria falar alguma coisa ou me virar para o quadro, Mrs. Damon acabou de escrever o plano de estudos e começou a falar. 
- Silêncio agora, vocês já tiveram bastante tempo para conversar. Para quem não me conhece, eu sou a Mrs. Damon e darei aula de inglês para vocês durante todo o ano letivo. Para começar, gostaria de lembrar que para a próxima aula vocês devem trazer o livro "Lord of the flies" ("O senhor das moscas", em português) e ler os três primeiros capítulos. Vamos fazer uma arguição e um debate na sala, e no final do mês faremos um teste sobre ele. 
    E ela ficou falando durante os trinta e cinco minutos que restavam da aula, o que fez com que todos permanecessem em silêncio, incluindo eu e Michael. O sinal tocou e ele foi levado por outros alunos, nem se despedindo de mim. Então eu parti para a próxima aula, e eu sabia que depois dessa ainda haveriam mais muitas. Talvez ele também faça aula de matemática com o Mr. Johnson, ou talvez nos esbarremos na hora do almoço. Ainda há muito o que fazer e muitas pessoas para conhecer, o dia é logo e ainda são 8h45min.       Então lá fui eu, rumo à segunda de oito aulas, passando pelos corredores me sentindo alguém invisível, mas tentando ao máximo não passar uma imagem assim. Fiz cara de segura, pose de modelo e segui andando, como a rainha da escola que ainda nem conheço a caminho da aula de matemática. Ao chegar na sala as cadeiras, que eram todas organizadas em duplas, estavam quase todas preenchidas, me restando apenas quatro opções. Escolhi sentar ao lado de uma menina de óculos tipo Ray-ban e cabelos curtos loiros, que me pareceu bem simpática e quando iria me apresentar, Mr. Johnson entra na sala e diz:
- Silêncio por favor! Espero que o verão tenha sido bom, mas vamos começar com uma pequena lista de exercício para testar os conhecimentos de vocês. Podem pegar uma folha no caderno e anotem o que eu passar no quadro. 
    Todos começaram a anotar e a fazer os exercícios, e o tempo para conversar ficou para depois. Só consegui falar com a menina ao meu lado enquanto ele tirava a dúvida de alguns, e nossa conversa não rendeu muito. 
- Oi, eu sou a Carly. - Eu disse, olhando para Mr. Johnson torcendo para que ele não visse nossa conversa. 
- Oi, sou Helen! Você já teve aula com esse cara? - Ela me perguntou, parecendo tão assustada quanto eu com a rapidez dele. 
- Não, sou nova aqui. - Eu respondi. 
- Ah, que bom! Eu também, e pensei que eu era a única. - Ela disse parecendo realmente aliviada, usando a mão para tirar a franja dos olhos. Seus cabelos eram bastante lisos, e o corte se encaixava estranhamente bem nela. 
   Olhei para frente e percebi que o professor nos olhava com uma cara de reprovação, portanto focamos nos exercícios e combinamos de almoçar juntas. Apesar de Helen também ser nova na escola, eu me senti muito feliz de conhecer alguém e de ter com quem almoçar no primeiro dia de aula. Eu estava tendo sorte finalmente, e parecia que nesse ano tudo ia ser diferente. 

AUTORA: Camille Delduque
Twitter: @MilleDelduque

  • Digg
  • Del.icio.us
  • StumbleUpon
  • Reddit
  • RSS

Dragões, a Ilha Misteriosa e a Lança do Destino.

Parte 1

     Pedro, um homem pacato, honesto e trabalhador, estava saindo de seu trabalho para encontrar-se com sua mulher, Maria. Estava escuro e chovendo forte, ele estava preso no trânsito na ponte que cruzava o rio entre a sua casa e o local de trabalho. Trazia medicamentos para Maria que sofria de asma.

Autor: Gustavo Ribeiro

Parte 2

       Mais adiante, Pedro reparou que o trânsito fluía melhor. De repente, começa a escutar barulhos de explosões e do pânico das pessoas. Chegando ao local, depara-se com pessoas correndo, gritando e desviando de objetos em chamas. Do nada, surge uma enorme quantidade de grandes dragões vermelhos, soltando fogo pelas ventas e com fome de destruição.

Autora: Giuliana Martins 

Parte 3

      Pedro percebe que um dos dragões se separa do grupo e voa em sua direção, mas era tarde de mais. Com uma investida rápida, dando um rasante muito próximo do chão, a fera impulsiona o carro para cima jogando o carro no rio. Durante o acidente Pedro bate com a cabeça no volante e fica inconsciente.
       Pedro acorda numa ilha muito estranha e incomum. Ele observa o ambiente com atenção e consegue perceber construções antigas e quebradas,árvores secas, flores murchas, era uma terra seca e acinzentada,  e acima da ilha, existiam nuvens de poeira espessa que cobriam pequeno espaço que a ilha ocupava, tudo aquilo era resultado de anos e mais anos de poluição.

Autor: Lucas Viana

Parte 4

        No litoral da ilha ele percebe uma luz caindo sobre ele vagarosamente, e também nota uma voz com tom de sabedoria falando em sua cabeça:
- Pedro, te mandei para esta ilha, pois você era o único apto para esta missão. Você deve atravessar a ilha, chegar ao vulcão que há no coração da ilha e matar o dragão acima da boca do vulcão. Para realizar esse feito, te darei a lança do destino, a única arma que matará o dragão. Boa sorte em sua empreitada meu filho, vai precisar...
       Então, Pedro vê diante dele a lança do destino caindo do céu, uma lança dourada e brilhante. Com toda a sua determinação e com a arma em mãos Pedro parte em sua jornada rumo ao vulcão.

Autor: Yuri Vianna

Parte 5

      Depois de três dias de caminhada intensa, ele chega ao vulcão. Já no topo, Pedro tem uma surpresa inesperada: ele vê sua mulher Maria, pendurada por duas estacas de madeira, com quase três metros de altura cada. Ela gritava desesperada por ajuda, porém, antes que ele conseguisse pensar em alguma coisa, de dentro da lava fervente, um grande dragão vermelho explodiu em fúria para fora do vulcão. Pedro sentiu o calor que os olhos vermelhos cor de sangue do dragão provocavam em seu corpo, enquanto o observava, a besta conseguia enxergar dentro de sua alma.
      Pedro estava desesperado e não sabia o que fazer, ele se dividia entre a agonia de ver a pessoa que ele mais ama pendurada sobre uma piscina de lava, e o pavor de ter que enfrentar uma fera tão grande e poderosa. Nesse momento Pedro começou a sentir uma sensação estranha, e ele vê que a lança, que lhe foi confiada, começava a brilhar. Foi então que se lembrou das palavras que tinha escutado a dias atrás. Se lembrando disso, a força e a determinação que o levaram até aquele momento, começam a crescer nele. Ele desafia o monstro para combate que começou logo em seguida.
      O dragão dá um rasante em Pedro, mas ele desvia a tempo, o dragão voa para longe e volta para desferir mais um rasante sobre o guerreiro, porém desta vez a besta ao ver que Pedro se desvia novamente cospe fogo sobre ele, queimando o seu braço esquerdo. Pedro ferido, fica com o braço impotente. E mais uma vez o grande dragão vermelho volta para dar outro rasante, e o guerreiro em vez de se desviar, estica a lança no momento em que o dragão se aproxima dele, ferindo gravemente a asa direita da criatura e impossibilitando a fera de voar. Ele chega mais perto do dragão, deitado à beira da boca do vulcão, que o fitava com seus olhos mortais ardendo em ódio, quando ele ficou frente a frente do dragão, a besta pulou sobre ele tentando arrancar-lhe um pedaço com uma abocanhada, mas o valente guerreiro, Pedro, impede o golpe encravando a lança do destino no longo pescoço do dragão, matando ele instantaneamente, agora a fera que amaldiçoava aquele lugar estava morta. A sua jornada havia finalmente acabado. Agora estava pronto para voltar para casa. Mas antes de conseguir soltar sua mulher aquela mesma luz que havia "falado" com ele antes, agora caia sobre ele de novo, e agora sobre Maria também. E em alguns segundos ele estava de volta ao lugar onde morava, ainda com as feridas da batalha e com as marcas que foram feitas em seu corpo durante o tempo que passou na ilha. Sua mulher estava do seu lado e os dois estavam em casa.

Autor: Lucas Rodrigues

  • Digg
  • Del.icio.us
  • StumbleUpon
  • Reddit
  • RSS

Pertencer - PARTE 2

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/pertencer.html


       Depois de uma noite de sono muito mal dormida, acordo às seis horas da manhã, vou ao banheiro tomar banho e escovar os dentes, e a seguir me dirijo até a cozinha tomar meu cereal matinal. Depois do café da manhã, volto para o meu quarto e perco inúmeros minutos na frente do guarda-roupa escolhendo a roupa que usarei no primeiro dia de aula. Acabo optando por uma calça verde piscina, um suéter creme, ankle boots pretas e um cordão para fechar o visual. Pego uma bolsa lateral ocre, capricho na maquiagem e no cabelo, e lá vou eu para a escola. A única coisa que tinha na minha cabeça é a lição que aprendi durante esses duros anos que vivi mudando de escola: para conseguir amigos eu precisava passar uma boa imagem.
      Cheguei a conclusão de que eu estava deslumbrante, a roupa estava perfeita para parecer uma garota super descolada, e meus cabelos castanhos-claro nunca apresentaram ondulações tão bonitas e brilhantes. Durante todo o caminho vou pensando em tudo o que vou fazer para garantir o sucesso e a aceitação das pessoas. Ao chegar na porta da escola, respiro fundo e boto um belo sorriso no rosto, começando a andar pelos corredores procurando o meu armário dentre todos aqueles, e começo a observar toda aquela selva que me rodeava.
       Fico me lembrando de todos os primeiros dias de aula que tive, e isso começa a me fazer tremer as pernas e a ficar um pouco tonta. Por trinta segundos me desligo do mundo e fico parada ali, no meio do corredor com aqueles adolescentes animados, e quase deixo cair o caderno que estava na minha mão ao levar um empurrão de alguém. Retomo minha consciência e não deixo que essas lembranças me abalem, seguindo firmemente até o meu armário, que fica no final do corredor principal, perto da sala de ciências.
       Verifico meu horário e vejo que minha primeira aula é a de inglês, e acabo chegando na sala antes mesmo que pudesse me dar conta, afinal fui levada por uma enxurrada de jovens que corriam para suas salas após escutarem o sinal tocar. No caminho algumas pessoas sorriam para mim, e eu sem querer sorria de volta, mas não conversei com ninguém. Na sala escolho sentar na terceira fileira bem no meio da sala, para poder ficar no centro e estar em contato com muitas pessoas. As fileiras estão organizadas em duplas, o que me deixa um pouco desanimada, porque eu não conheço ninguém ali. Aos poucos os alunos vão se sentando e as carteiras na minha frente e atrás de mim já estão preenchidas, apenas a que está ao meu lado continua vazia.
       Mrs. Damon entra na sala e se apresenta para a turma, e enquanto preenche o quadro com o plano de estudos que seguiremos durante o ano letivo, escuto um "toc-toc" na porta, e ela se abre, revelando um menino alto e de cabelos escuros, que pede licença e com muita vergonha entra na sala. Os outros alunos riem e fazem alguns comentários, mas eu só escuto o burburinho, então acredito que ele era conhecido pela turma. A professora o repreende um pouco, mas para evitar constrangimentos, o indica o lugar vazio ao meu lado.
      O sentar-se o menino olha para mim e sorri, e enquanto isso eu posso reparar que seus olhos são cor de mel e que aquele sorriso era estranhamente familiar. Ele diz:
- Oi! Meu nome é Michael! Você é nova aqui?

AUTORA: Camille Delduque
Twitter: @MilleDelduque 

  • Digg
  • Del.icio.us
  • StumbleUpon
  • Reddit
  • RSS

Experiência monstruosa

        Em  uma cidade, havia se espalhado uma doença muito grave. Os cientistas tentaram diversas vezes achar a cura, mas todas as tentativas falharam e não obtiveram o resultado esperado. Então, eles descobriram que não estava dando certo fazer experimentos com animais, e começaram a testar com humanos, e para isso chamaram pessoas com a doença. Os cientistas prometeram curá-los e pagar uma ótima quantia em dinheiro(não era verdade, pois os cientistas sabiam - ou acharam - que todos que fariam os testes morreriam).
         No dia seguinte, todos aceitaram e chegaram cedo no laboratório para começar as experiências. Logo as pessoas que receberam as injeções com as fórmulas de cura, mudaram seus comportamentos: uns começaram a ter desejo de comer carne humana e outros começaram a desejar sangue, em um grupo algo muito estranho aconteceu e começaram a nascer asas nas pessoas. Elas ficavam com raiva a toa e tiveram que ser trancados em salas para que não machucassem os cientistas e os outros parceiros. Esses “cobaias” começaram a se transformar, ou seja, os cientistas tinham errado em algo. Eles começaram a virar bichos com asas, assustadores. Conseguiram fugir matando os cientistas, e em busca de comida estavam indo para a cidade.
       Dentre os monstros, havia um que era bom. Todos escolhiam suas vítimas e eles podiam voltar a forma humana quando quisessem, mas tendo a forma de monstro era mais fácil de conseguir capturar as pessoas. Só que o monstro bom não queria que isso acontecesse, ele recusou-se a tentar matar pessoas: só comia animais. Só que quando ele viu e sentiu o cheiro de um humano, não resistiu, atacou e acabou viciando-se. Mas no dia seguinte, ele viu uma garota bem bonita e que chamou bastante a sua atenção. No início, ele queria matá-la, porém depois de encurralá-la, ele viu em seus olhos a leveza , o medo e se apaixonou... afinal, ele ainda era meio humano.
      Teve um pressentimento, sentiu a obrigação de cuidar dela, não deixar que nada acontecesse a ela. Ela teve muito medo no início, eles foram se conhecendo aos poucos, mas ela não confiava nele e mantinha um pé na frente e outro atrás. Com mais tempo de convivência, eles foram se aproximando e isso tudo em meio ao caos de monstros matando humanos e a doença grave. Nesse momento, nada mais os separava, mas o pai da menina, a família, amigos e pessoas com medo resolveram acabar com os monstros.  Formaram um grupo de caçadores e os mais inteligentes( que entendem de ciência ) começaram a tentar achar uma cura (mas o que eles não sabiam é que os cientistas tinham feito uma última experiência e não havia tempo de  aplicar nos pacientes...).
      Então, a menina foi se apaixonando por ele, mesmo sabendo que ele era um monstro. Ela sabia que seu amor era mais forte, eles sabiam que tinham que tomar cuidado com os “caçadores” e, felizmente os monstros estavam quase todos mortos. Eles continuaram, até que um dia os dois deram seu primeiro beijo, e depois de uns meses a menina ficou grávida. Seu pai quando soube, castigou a filha por ter um bebê de um monstro, e a matou junto com seu bebê. Então seu amado com raiva, virou do mal e tentou matar a todos. Por sorte, os “mais espertos” acharam a cura, assim aplicando em todos os que tinham a doença, mesmo assim ele não desistiu e matou o pai e toda a família que havia julgado a menina e depois de cumprir sua missão, ele se matou também.

AUTORES: Yasmim Marins e Arthur Carvalho

  • Digg
  • Del.icio.us
  • StumbleUpon
  • Reddit
  • RSS